Vídeo flagra homem sendo espancado até a morte em supermercado

Segundo informações da Polícia Militar, um dos agressores é policial e o outro é um segurança do supermercado

Por Plox

20/11/2020 15h22 - Atualizado há 5 dias

Na noite dessa quinta-feira (19), um homem negro foi espancado e morto por dois homens brancos, em uma loja do supermercado Carrefour, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado e morto na véspera do Dia da Consciência Negra, nesta sexta-feira (20).

Segundo informações da Polícia Militar (PM), o espancamento teria começado após um desentendimento entre a vítima e uma funcionária da loja, que acionou a segurança do estabelecimento, por conta da discussão.

As imagens da agressão foram gravas e ganharam grande repercussão nas redes sociais. Os dois indivíduos, um de 24 anos e o outro de 30 anos, foram presos em flagrante. Um deles é policial militar e o outro é um segurança da loja.

Veja o vídeo:

 

Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e compareceu ao local, constatando a morte de João Alberto. O policial militar foi detido e encaminhado para um presídio militar. Já o segurança foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil. Eles foram enquadrados n crime de homicídio qualificado. O Carrefour e a polícia não divulgaram os nomes dos agressores.

De acordo com um portal de notícia de Porto Alegre, a delegada responsável pelo caso conversou com a esposa de João Alberto, a esposa relatou que ela e o marido estavam fazendo compras quando o marido teria feito um gesto para a fiscal. A mulher não soube especificar o gesto e nem o motivo pelo qual o marido praticou o ato. Após isso, o homem foi conduzido para fora da loja e, nesse momento, teria sido agredido.

Em nota, o Carrefour lamentou o ocorrido e qualificou o ato como criminoso. A rede de supermercados afirmou que foi iniciada uma investigação interna para apurar o que aconteceu. O supermercado atribuiu a agressão aos seguranças e disse ainda que o contrato com a empresa que responde pelos funcionários agressores foi rompido.
A Polícia Civil vai investigar o crime.
 

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