Suspeito de feminicídio morre em confronto com a PM em Águas Lindas de Goiás

Procurado há 15 dias pela morte brutal de Larissa Amaral, de 28 anos, Joselmir Miranda Silva foi localizado pela CPE e morreu após troca de tiros na véspera de Ano Novo

01/01/2026 às 12:20 por Redação Plox

Joselmir Miranda Silva, de 33 anos, procurado há 15 dias por suspeita de feminicídio, foi morto durante um confronto com policiais militares da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Águas Lindas de Goiás (GO), no Entorno do Distrito Federal. De acordo com as autoridades, o tiroteio ocorreu na quarta-feira (31/12), véspera de Ano-Novo, após o suspeito tentar invadir uma residência e abrir fogo contra os PMs. Imagens registraram policiais e bombeiros correndo com o suspeito ferido.

Homem morreu durante confronto

Homem morreu durante confronto

Foto: Redes sociais

Segundo os militares, Joselmir foi localizado durante uma perseguição e acabou atingido depois de atacar violentamente os agentes de segurança. Ele era acusado de matar Larissa Amaral, de 28 anos, no dia 14/12, na casa onde ela morava em Águas Lindas.


Vídeo: Redes sociais

Houve tentativa de socorro

Crime brutal dentro do quarto da vítima

O homicídio ocorreu no quarto da residência de Larissa. A vítima foi encontrada nua, com o rosto muito inchado, diversas perfurações, múltiplas mordidas e grande quantidade de sangue pelo cômodo. O delegado Vinicius Máximo, do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), confirmou que a jovem foi vítima de estupro e espancamento, além de ter morrido por estrangulamento.

Segundo o delegado, o suspeito era o marido da tia de Larissa, o que reforça o contexto de violência dentro do círculo familiar.

Suspeito foi filmado e teria confessado a um amigo

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Joselmir invade a casa da vítima. Após o crime, ele teria ligado para um amigo e confessado o que havia feito ao dizer que "fez besteira".

No local do feminicídio, policiais militares encontraram taças de vinho, bebidas alcoólicas e camisinhas, elementos que ajudam a compor a dinâmica do crime investigado pelo GIH.

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