Família cobra conclusão de inquérito sete meses após morte de paciente após hemodiálise em São Gonçalo
Bruno Rodrigues Ventura dos Santos, de 29 anos, ficou 18 dias internado em estado grave e morreu; suspeita apontada em relatos na imprensa é de intoxicação por ácido peracético, e imagens de segurança teriam registrado o momento em que ele passa mal durante o atendimento.
01/04/2026 às 09:18por Redação Plox
01/04/2026 às 09:18
— por Redação Plox
Compartilhe a notícia:
Sete meses após a morte do entregador Bruno Rodrigues Ventura dos Santos, de 29 anos, a família voltou a cobrar a conclusão das investigações sobre o caso, ocorrido após uma sessão de hemodiálise em uma clínica particular de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Bruno ficou internado em estado grave por 18 dias, mas não resistiu.
Suspeita envolve possível intoxicação durante o procedimento
Segundo relatos divulgados na imprensa, a principal suspeita é de que o paciente tenha sido intoxicado por ácido peracético, substância usada na limpeza e esterilização de equipamentos. A família afirma que houve falha operacional e sustenta que imagens de segurança registraram o momento em que Bruno passa mal durante o atendimento.
Investigação foi aberta como lesão corporal e passou a tratar morte após desfecho
O caso começou a ser apurado como lesão corporal por imperícia, ainda quando Bruno estava internado, e passou a ser tratado como morte após o desfecho do quadro clínico. Reportagens apontam que a investigação está sob responsabilidade da 72ª DP (São Gonçalo) e é acompanhada por órgãos de controle e fiscalização.
Bruno Rodrigues Ventura dos Santos, de 29 anos, morreu após sessão de hemodiálise e família cobra investigação sobre o caso por suspeita de contaminação
Foto: Reprodução
Família diz aguardar laudos e etapas periciais para avanço do inquérito
Em entrevista exibida pela Record, familiares disseram que aguardavam a emissão de laudos e a conclusão de etapas periciais para que o inquérito avance e para que haja responsabilização. Já em reportagens publicadas à época da internação, veículos informaram que a unidade era conveniada ao SUS e que a suspeita relatada pela família envolvia a presença de resíduos químicos no procedimento, com agravamento rápido do estado de saúde do paciente.
Sem divulgação de indiciamentos até a publicação
Até a publicação desta matéria, não havia divulgação pública de eventuais indiciamentos relacionados ao caso.