PF deflagra operação nacional contra abuso sexual infantil e cumpre 159 mandados
Ação ocorre nesta terça (28) em todos os estados e no DF, com 16 mandados de prisão e foco em identificar e prender suspeitos de crimes contra crianças e adolescentes.
Ocorreu na última quarta-feira, 31 de maio, um episódio que gerou preocupações e controvérsias no aglomerado da Serra, situado na região Centro-Sul da capital mineira. Dois agentes da Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte são acusados de terem agido com excesso de violência durante uma intervenção no centro de saúde Nossa Senhora de Fátima.

O Incidente
O alvo da intervenção foi uma mulher que aguardava para ser imunizada no centro de saúde citado. Testemunhas oculares e imagens de vídeo mostram um dos agentes derrubando a mulher no solo e mantendo o joelho sobre ela mesmo após cessada qualquer resistência. "Algema, não faz isso, não", foi a exclamação ouvida no momento.
Reações e Intervenções
Outros presentes tentaram intervir na ação. Uma trabalhadora do centro de saúde fez sinalizações com os braços e dialogou com os guardas. Momentos depois, a mulher supostamente perdeu a consciência, ao que outra pessoa no local exclamou: "Ela tá passando mal".
Posicionamento da Prefeitura de Belo Horizonte
Questionada pelo Estado de Minas, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) expressou arrependimento pelo ocorrido, ressaltando que a ação dos guardas não condiz com o "padrão de atuação da Guarda Municipal". Informou ainda que a mulher teria se comportado de maneira agressiva com os funcionários da unidade de saúde, motivo pelo qual a Guarda Municipal teria sido acionada.
Medidas Administrativas
Em um comunicado oficial, a PBH anunciou que a corregedoria da Guarda Civil Municipal instaurará um processo de sindicância para investigar as circunstâncias do evento e avaliar a conduta do agente envolvido. O caso não passará despercebido pelas autoridades e a promessa é de uma apuração imparcial e rigorosa.
A confiança na Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte e a segurança dos cidadãos permanecem como prioridades para a administração da capital mineira.