Brasil empata com Marrocos na estreia da Copa do Mundo de 2026, e desempenho preocupa
Em Nova Jersey, seleção saiu atrás com Ismael Saibari e buscou o 1 a 1 com jogada individual de Vinícius Júnior; próxima partida será contra o Haiti.
Operação mira ONG ligada à produtora de filme sobre Bolsonaro em contrato de wi-fi em SP.
Foto: Divulgação/PCSP
De acordo com a investigação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil, a entidade deveria instalar 5 mil pontos públicos de acesso à internet nas periferias da cidade em 12 meses. Até o momento, segundo os órgãos, 3.200 pontos foram instalados. A apuração também aponta suspeitas na contratação e na execução dos serviços.
A ONG teria apresentado pelo menos R$ 16,5 milhões em notas fiscais consideradas irregulares para justificar despesas do contrato. A operação tem o instituto como principal alvo, mas também inclui diligências em empresas que teriam sido subcontratadas. A Polícia Civil fez buscas ainda na Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia para recolher contratos, prestações de contas e documentos ligados ao termo de colaboração.
Ao todo, são cumpridos oito mandados de busca e apreensão para recolhimento de documentos físicos e digitais, equipamentos eletrônicos, registros financeiros e outros materiais. Segundo informações publicadas pelo UOL, a investigação também apura suspeitas de direcionamento no chamamento público e possível confusão patrimonial entre o instituto e a produtora, pontos que ainda dependem de conclusão das autoridades.
O caso ganhou repercussão política pela ligação da responsável pela ONG com a produção de Dark Horse. O senador Flávio Bolsonaro afirmou, em evento no Rio de Janeiro, que
a operação não tem nada a ver com o filme afirmou, em evento no Rio de Janeiro.A Agência Brasil informou que o parlamentar havia pedido R$ 61 milhões ao empresário Daniel Vorcaro para financiar o longa-metragem.
Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que
repudia veementemente ilações de desvio de recursos públicos afirmou.e declarou que o contrato com o Instituto Conhecer Brasil seguiu os princípios da legalidade, transparência e economicidade. A administração municipal também informou que colabora com as investigações.
As suspeitas seguem em apuração pelo Ministério Público e pela Polícia Civil. Até a conclusão das investigações, não há decisão definitiva sobre irregularidades ou responsabilização dos envolvidos.