Dólar abre em alta de 0,32% e é cotado a R$ 5,1794 nesta quarta-feira

Mercado aguarda a abertura do Ibovespa e acompanha dados de emprego no Brasil e nos Estados Unidos, além de números fiscais divulgados para maio.

01/07/2026 às 09:16 por Redação Plox

O dólar comercial iniciou a sessão desta quarta-feira (1º) em alta. Por volta das 9h, a moeda norte-americana avançava 0,32%, cotada a R$ 5,1794. As negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

Na terça-feira (30), a cotação média de compra do dólar ficou em R$ 5,1760, conforme a série histórica do Banco Central. A moeda acumulava alta de 2,39% no mês, mas ainda registrava queda de 5,94% em 2026. Já o Ibovespa somava perdas de 0,73% na semana e de 1,01% no mês, apesar do avanço de 6,76% no ano.


Dólar, moeda norte-americana

Dólar, moeda norte-americana

Foto: FreePik


Emprego e juros estão no radar

Investidores avaliam indicadores do mercado de trabalho divulgados no Brasil e nos Estados Unidos. O relatório Jolts apontou aumento das vagas abertas na economia norte-americana em maio, dado acompanhado de perto pelo Federal Reserve na definição dos juros.

No Brasil, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados registrou a criação líquida de 72.960 empregos com carteira assinada em maio. O saldo foi resultado de 2,2 milhões de admissões e 2,13 milhões de desligamentos. No acumulado de 2026, o país abriu 767.326 postos formais.

Dívida pública amplia cautela no mercado

O cenário fiscal brasileiro também influencia os negócios. O setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 56,1 bilhões em maio, contra saldo negativo de R$ 33,7 bilhões no mesmo mês de 2025. A Dívida Bruta do Governo Geral alcançou R$ 10,6 trilhões, equivalente a 81,1% do Produto Interno Bruto, após ficar em 80,2% em abril.

No exterior, as bolsas asiáticas encerraram o pregão sem direção única, enquanto investidores analisavam indicadores da indústria chinesa. Ao longo desta quarta-feira, o mercado acompanha novos dados de atividade econômica do Brasil, dos Estados Unidos e da zona do euro, em busca de sinais sobre os próximos movimentos dos bancos centrais.

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