Nico Williams entrega medalha à mãe após ajudar Espanha a conquistar Copa do Mundo
Atacante participou do gol decisivo de Ferran Torres na vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação.
Petrobras reduz querosene de aviação em 14,5% e litro cai para até R$ 4,67.
Foto: Mário Nascimento/Petrobras
O reajuste de julho marca o segundo mês seguido de queda. Em junho, a estatal já havia diminuído o valor do combustível em 14,2%, depois de aumentos de 55% em abril e de 18% em maio. Apesar dos dois recuos recentes, o QAV ainda acumula alta de 40,5% em relação ao fim de 2025, o que representa R$ 1,39 a mais por litro.
Reajuste de julho marca o segundo mês seguido de queda.
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
A companhia atribuiu a nova redução ao enfraquecimento dos impactos do conflito no Oriente Médio sobre as cotações internacionais do petróleo e de seus derivados. A escalada militar iniciada no fim de fevereiro afetou a cadeia de fornecimento e elevou os preços após o bloqueio do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio mundial de petróleo e gás.
Embora o Brasil seja um grande produtor de petróleo, o querosene de aviação é uma commodity e sofre influência das cotações internacionais. Por isso, alterações no preço do barril, no câmbio e na oferta global podem chegar aos contratos de fornecimento no mercado brasileiro.
A Petrobras comercializa o combustível produzido em suas refinarias ou importado diretamente para distribuidoras. Essas empresas são responsáveis pelo transporte, pelo armazenamento nos aeroportos e pela venda às companhias aéreas, revendedores e outros consumidores. A estatal responde por cerca de 85% da produção nacional de QAV, mas o setor é aberto à participação de outros produtores e importadores.
A redução anunciada ocorre na etapa de venda às distribuidoras e não significa queda automática no preço das passagens. Um eventual repasse aos consumidores dependerá dos contratos, dos custos operacionais e da política comercial adotada por cada companhia aérea.