Terremoto de magnitude 7,4 deixa ao menos 22 mortos no oeste da Colômbia
Tremor atingiu cidades como Manizales, Pereira e Buenaventura, causou desabamentos e levou à suspensão de operações em seis aeroportos.
Comprador da Naskar é alvo de mandado de prisão por suspeita de desviar R$ 60 milhões da Zema Financeira.
Foto: Reprodução/Redes Sociais
O caso faz parte da investigação de um ataque cibernético que provocou prejuízo estimado em R$ 75 milhões à instituição financeira, sediada em Araxá, no Alto Paranaíba. A invasão teria ocorrido entre novembro e dezembro de 2025 e foi comunicada às autoridades pela própria empresa após a identificação de movimentações irregulares.
Segundo reportagem do Metrópoles, baseada em documentos da investigação da Polícia Civil de Minas Gerais e da Justiça, a maior parte do dinheiro teria sido direcionada à Jabuti Capital, empresa que possui Douglas como único sócio.
Foto: Reprodução/Redes Sociais/Instagram
Os investigadores sustentam que o ataque teria utilizado indevidamente uma credencial vinculada à Stefanini Consultoria, contratada para desenvolver o aplicativo da Zema Financeira. Após o acesso ao sistema, o grupo teria quitado boletos falsos e realizado transferências para empresas e contas bancárias usadas para pulverizar os valores.
Ainda conforme a investigação citada pela reportagem, dados telemáticos indicaram que uma das conexões usadas durante a invasão partiu do endereço residencial de Douglas, em um condomínio de Anápolis, em Goiás. Ao menos 19 empresas teriam sido utilizadas na movimentação e ocultação do dinheiro.
A prisão de Douglas e de outros quatro investigados foi decretada em 1º de julho pelo juiz Leonardo Antônio Bolina Filgueiras, da 1ª Vara das Garantias da Comarca de Belo Horizonte. Também foram determinadas buscas em endereços de Minas Gerais e Goiás e o bloqueio de bens e ativos financeiros para tentar recuperar os valores desviados.
Justiça decretou prisão preventiva.
Foto: Divulgação
Douglas teria viajado para Dubai em meados de julho e, até a atualização mais recente do caso, não havia sido localizado para o cumprimento da ordem judicial. A existência da investigação e do mandado não representa condenação, e as responsabilidades ainda deverão ser analisadas pela Justiça.
Douglas teria viajado para Dubai em meados de julho e, até a atualização mais recente do caso, não havia sido localizado para o cumprimento da ordem judicial.
Foto: Reprodução/Redes Sociais/Instagram
O empresário afirmou que não participou do ataque e alegou que sua plataforma bancária teria sido utilizada por terceiros. A Zema informou que acompanha a apuração desde o fim de 2025, disse confiar no trabalho das autoridades e declarou que aguardará a conclusão das investigações.
A Zema Financeira integra o conglomerado empresarial da família de Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e nome escolhido pelo Partido Novo para disputar a Presidência da República em 2026.