PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
Ex-secretário de Morretes é preso no Rio; investigação analisa movimentação acima de R$ 100 milhões.
Foto: PCPR
Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital, do Rio de Janeiro, cumpriram o mandado de prisão preventiva em apoio à Polícia Civil do Paraná, responsável pela investigação. Machado era considerado foragido da Justiça paranaense e teria sido localizado após ações de inteligência.
O ex-secretário é investigado por suspeita de participação em um esquema envolvendo corrupção, fraude em contratações públicas, peculato e lavagem de dinheiro. As apurações apontam possíveis pagamentos de vantagens indevidas por empresas a agentes públicos.
A investigação também apura o uso de familiares e terceiros para movimentar ou ocultar recursos supostamente ilícitos. As suspeitas ainda dependem da conclusão das investigações e de eventual julgamento pela Justiça.
Segundo informações da Polícia Civil do Paraná divulgadas pelo Metrópoles, o núcleo principal investigado registrou aproximadamente R$ 43,9 milhões em créditos e débitos bancários. Quando incluídas pessoas físicas e empresas relacionadas ao grupo, o volume financeiro analisado ultrapassa R$ 100 milhões. O montante representa movimentações examinadas pela polícia e não, necessariamente, o valor de prejuízo aos cofres públicos.
Após a prisão, Guilherme Wicthoffet Machado foi levado à sede da Delegacia de Homicídios da Capital, onde ficou à disposição da Justiça. A previsão era de que ele fosse apresentado em audiência de custódia.