Polícia investiga morte de líder comunitária baleada dentro de carro na Taquara, no Rio

Josiene Dias de Assunção, de 35 anos, foi morta a tiros após sair de uma festa de família; Delegacia de Homicídios busca imagens para esclarecer o caso.

01/09/2026 às 06:21 por Redação Plox

A líder comunitária Josiene Dias de Assunção, de 35 anos, foi morta a tiros na madrugada de domingo, 30 de agosto, na Estrada do Guerenguê, na Taquara, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.

Josiene foi assassinada na madrugada de domingo (30), na Taquara

Josiene foi assassinada na madrugada de domingo (30), na Taquara

Foto: Reprodução


A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) apura as circunstâncias do crime e trabalha com a hipótese de execução.

Josiene estava dentro de um Ford Ecosport preto quando foi atingida pelos disparos.

Familiares relataram ao G1 que ela havia participado de uma festa de família e saiu para levar a sogra para casa; a suspeita é de que o ataque tenha ocorrido no trajeto de volta.

Versões sobre a dinâmica são apuradas

Os relatos colhidos inicialmente apresentam versões diferentes sobre a ação.

Parte das testemunhas afirmou que um carro se aproximou do veículo da vítima e que uma pessoa desceu para atirar.

Outras pessoas ouvidas pela polícia disseram que os autores estavam em duas motocicletas.

Josiene aparece ao lado do candidato Felipe Mendes Gonçalves, conhecido como Felipe Pampolha

Josiene aparece ao lado do candidato Felipe Mendes Gonçalves, conhecido como Felipe Pampolha

Foto: Reprodução


A dinâmica ainda não foi confirmada oficialmente.

Moradora e atuante na comunidade da Colônia Juliano Moreira, Josiene também trabalhava com o candidato a deputado estadual Felipe Mendes Gonçalves de Oliveira, conhecido como Felipe Pampolha, informou o G1.

A informação, por si só, não estabelece relação entre a atividade política e o homicídio.

A reportagem do G1 também informou que Josiene havia sido testemunha, em 2023, de uma investigação da Polícia Civil sobre a cobrança de taxas por milicianos de vendedores e prestadores de serviços na Colônia Juliano Moreira.

Até o momento, não há confirmação de vínculo entre esse inquérito e a morte da líder comunitária.

A DHC busca imagens de câmeras de segurança que possam ajudar a identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.

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