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Vídeos que circulam nas redes sociais mostram militantes do movimento negro, vindas de Santa Catarina para participar da Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, em Brasília, denunciando que foram alojadas em espaços usados para abrigar animais na Granja do Torto.
As participantes relatam que os locais oferecidos tinham lona, feltro e serragem no chão. Segundo elas, idosas, crianças e pessoas com doenças dormiram nesses ambientes, que lembravam um estábulo.
Passeata das Mulheres Negras
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
Em um dos vídeos, Ary Ramos afirma que o grupo foi direcionado a um espaço destinado a cavalos e menciona a presença de muitas moscas no local.
Outra integrante da delegação catarinense, Juh Pompeu, declarou estar indignada com a forma como o grupo foi recebido e comparou o tratamento dado às mulheres ao destinado a animais, destacando que todas foram a Brasília para lutar por seus direitos.
A Marcha das Mulheres Negras reuniu cerca de 300 mil pessoas no Parque de Exposições da Granja do Torto, área tradicionalmente usada para feiras agropecuárias.
Em nota, o Comitê Nacional da Marcha informou que se solidariza com as mulheres que passaram por “experiências difíceis” durante a estadia. O grupo mencionou problemas estruturais, chuvas fortes e falhas no acolhimento, mas não detalhou que medidas foram adotadas após as denúncias.