Tribunal do Júri de Ipatinga julga acusados de matar jovem com tiros dentro de casa

Keivan Xavier Soares e Pedro Silva de Almeida respondem por homicídio qualificado e corrupção de menor; crime teria sido motivado por dívida de R$ 200, segundo o Ministério Público

02/03/2026 às 09:42 por Redação Plox

O Tribunal do Júri da Comarca de Ipatinga julga, nesta segunda-feira (02), dois homens denunciados pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) por homicídio qualificado e corrupção de menor. A sessão será realizada na Câmara Municipal de Ipatinga.

Segundo o Ministério Público, o homicídio foi motivado por desavenças ligadas a uma dívida de R$ 200. As investigações apontam que um dos acusados desceu de um veículo e efetuou os tiros, enquanto o outro teria dado apoio à ação criminosa.

Segundo o Ministério Público, o homicídio foi motivado por desavenças ligadas a uma dívida de R$ 200. As investigações apontam que um dos acusados desceu de um veículo e efetuou os tiros, enquanto o outro teria dado apoio à ação criminosa.

Foto: Divulgação


São réus no processo Keivan Xavier Soares e Pedro Silva de Almeida, acusados pela morte de Sérgio Emanuel Matsuda, de 26 anos. O crime ocorreu em 28 de janeiro de 2024, na Rua Araribóia, no bairro Iguaçu, em Ipatinga, quando a vítima foi atingida por diversos disparos de arma de fogo dentro da própria residência, na presença de familiares, incluindo a companheira e filhos menores.

Crime teria sido motivado por dívida de R$ 200

Segundo o Ministério Público, o homicídio foi motivado por desavenças ligadas a uma dívida de R$ 200. As investigações apontam que um dos acusados desceu de um veículo e efetuou os tiros, enquanto o outro teria dado apoio à ação criminosa.

Após o crime, os suspeitos fugiram do local e foram presos dias depois no município de Tarumirim. Para o MP, as circunstâncias reforçam a gravidade do caso e a necessidade de responsabilização penal dos envolvidos.

Acusação aponta motivo torpe e risco a terceiros

A acusação sustenta que o homicídio foi cometido por motivo torpe e com uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, já que os disparos ocorreram de forma surpresa. O órgão também destaca que os tiros colocaram em risco outras pessoas, uma vez que parte da ação se desenrolou em via pública.

Réus também respondem por corrupção de menor

Além do homicídio qualificado, os réus respondem por corrupção de menor, em razão da participação de um adolescente na execução do crime. Para o Ministério Público, a gravidade dos fatos e o contexto em que o crime foi praticado justificam o julgamento pelo Tribunal do Júri e reforçam o compromisso com a defesa da vida, da ordem pública e com a busca de justiça para a família da vítima.

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