Alckmin diz que governo seguirá negociando tarifa adicional dos EUA sobre produtos brasileiros
Vice-presidente classificou a medida de 25% como injusta e descabida e afirmou que o governo buscará proteger empregos, empresas e exportadores afetados.
A reportagem descreve uma pesquisa interessante, mas é importante interpretar os resultados com cautela.
O estudo, publicado no periódico científico Journal of Experimental Biology, sugere que o mosquito Aedes aegypti pode aprender a associar o odor do DEET (um dos repelentes mais utilizados no mundo) à obtenção de alimento quando exposto repetidamente a situações específicas em laboratório.
Os principais achados foram:
No entanto, isso não significa que o mosquito da dengue tenha se tornado resistente ou imune aos repelentes. Os próprios pesquisadores ressaltam que:
Uma possível implicação prática levantada pelos autores é que repelentes aplicados há muito tempo podem perder parte da eficácia. Nessa situação, o mosquito ainda perceberia o odor, mas a concentração do produto poderia não ser suficiente para afastá-lo completamente. Se ele conseguir se alimentar repetidamente nessas condições, poderia aprender a associar aquele cheiro à presença de alimento.
Por enquanto, as recomendações de prevenção permanecem as mesmas: usar repelentes conforme as instruções do fabricante, reaplicar quando necessário, eliminar criadouros do mosquito e utilizar barreiras físicas como telas e mosquiteiros. O estudo contribui para compreender melhor o comportamento do mosquito, mas não altera as orientações atuais de proteção contra dengue, zika, chikungunya e febre amarela.