Diarista suspeita de matar casal de idosos em Belo Horizonte é presa em hotel de Itabira

Com ela, havia uma criança de 6 anos; parte dos objetos que teriam sido levados do apartamento das vítimas foi recuperada, e a investigada foi levada ao Depatri, na capital.

02/07/2026 às 10:56 por Redação Plox

A diarista de 30 anos investigada pela morte de um casal de idosos em Belo Horizonte foi presa no fim da madrugada desta quinta-feira (2), em Itabira, na Região Central de Minas Gerais. A mulher foi levada para o Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), na capital mineira. 


Diarista suspeita de matar casal de idosos em BH é presa em Itabira.

Foto: Reprodução/FRAME VIDEO


Prisão ocorreu em hotel

Segundo apuração da Itatiaia, a suspeita foi encontrada por policiais em um hotel de Itabira. Uma criança de 6 anos estava com ela no momento da abordagem. Parte dos objetos que teriam sido retirados do apartamento das vítimas também foi recuperada durante a ação. 

Imagens divulgadas após a prisão mostram a investigada chegando ao Depatri acompanhada por policiais. A Polícia Civil ainda não apresentou publicamente todos os detalhes da operação que levou à localização da mulher. 



Prisão ocorreu em hotel.

Vídeo: Redes Sociais


Casal foi encontrado morto no apartamento

As vítimas são o advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76. Os corpos foram encontrados na terça-feira (30) dentro do apartamento onde o casal morava, no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Ambos apresentavam ferimentos provocados por faca.

Um dos filhos foi até o imóvel depois de estranhar a falta de contato e a ausência do pai no escritório de advocacia. Conforme as informações reunidas pela investigação, não havia sinais aparentes de arrombamento, mas objetos pessoais e uma bolsa teriam desaparecido da residência.

Polícia apura possível latrocínio

Câmeras do condomínio registraram a entrada da diarista pela manhã e a saída dela durante a tarde, carregando sacolas e usando roupas diferentes. A mulher teria ido ao apartamento para realizar uma faxina pela primeira vez.

O caso é investigado como possível latrocínio, roubo seguido de morte. O Depatri trabalha para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e o destino dos objetos retirados do imóvel. A condição jurídica da investigada após a prisão deverá ser definida no decorrer dos procedimentos policiais e judiciais.

Compartilhar a notícia

V e j a A g o r a