Estudante de Medicina é presa suspeita de avançar com Jeep contra casa e matar idoso em Porto Velho

Segundo imagens e testemunhas, motorista teria discutido com moradores antes de invadir imóvel na Rua Marechal Deodoro; Polícia Civil investiga o caso como homicídio.

02/07/2026 às 07:26 por Redação Plox

Uma estudante de Medicina de 29 anos foi presa na quarta-feira (1º), suspeita de avançar com um Jeep Renegade contra uma residência e atropelar Odair Brustolin, de 68 anos, na região central de Porto Velho, em Rondônia. O idoso sofreu ferimentos graves, foi levado a um hospital particular e morreu após ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


Estudante de Medicina é presa suspeita de atropelar e matar idoso dentro de casa em Porto Velho.

Foto: Reprodução/FRAME VIDEO


Carro rompeu portão e atingiu vítima

O caso aconteceu na Rua Marechal Deodoro, nas proximidades da Avenida Alexandre Guimarães. Imagens de câmeras e relatos de testemunhas indicam que a motorista discutiu com moradores e, depois, acelerou contra o portão da casa onde Odair estava.  



Carro rompeu portão e atingiu vítima.

Foto: Arquivo Pessoal


O veículo rompeu a estrutura de ferro, invadiu o imóvel e atingiu o idoso na área externa. Ele teria sido prensado contra a parede de um banheiro, que ficou parcialmente destruída com o impacto. A vítima sofreu múltiplas fraturas e foi socorrida em estado gravíssimo.

A mulher deixou o local após o ocorrido, mas foi localizada e presa pela Polícia Militar. Ela foi encaminhada ao Departamento de Flagrantes e permaneceu à disposição da Justiça. Com a confirmação da morte, o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil como homicídio.

Áudios atribuídos à suspeita são divulgados

Gravações enviadas a um grupo de WhatsApp do condomínio e atribuídas à estudante foram divulgadas pelo Portal SGC. Em um dos áudios, a mulher afirma que já havia avisado aos vizinhos que avançaria contra o portão e atropelaria alguém caso continuassem a chamá-la de “louca”.

O conteúdo das mensagens poderá ajudar a esclarecer se a invasão da residência foi intencional. Até o momento, não há informação pública de que os áudios tenham sido periciados ou oficialmente incorporados ao inquérito. A Polícia Civil deverá analisar as imagens, ouvir testemunhas e apurar as circunstâncias e a motivação do caso.

Compartilhar a notícia

V e j a A g o r a