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    Governo Bolsonaro comemora queda de 22% em mortes violentas no Brasil

    O Nordeste foi a região onde houve a maior queda dos casos de violência

    Por Plox

    02/09/2019 11h38 - Atualizado há cerca de 2 anos

    Em postagens feitas nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro comemora a queda de 22% nas mortes violentas no primeiro semestre deste ano. 

    Segundo dados oficiais dos estados e do Distrito Federal, no mesmo período de 2018 ocorreram 27.371 mortes violentas no país. Já no mesmo período de 2019 esse número caiu para 21.289, ou seja, cerca de 6 mil casos a menos.

    A região do país em que os casos de mortes violentas diminuíram mais foi o Nordeste.

    A queda da violência já foi sentida no primeiro trimestre. Na ocasião, o presidente Bolsonaro também usou as redes sociais para se manifestar. Em uma postagem do Twitter ele escreveu: 

    “Ao contrário do terror espalhado por alguns sobre uma iminente explosão da violência após minha vitória nas eleições, um levantamento baseado em dados oficiais dos estados apontou queda de 25% dos assassinatos no Brasil no primeiro trimestre de 2019 em relação ao ano passado", disse.

    Sérgio Moro diz que queda se deve a ações dos governos

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirma que a queda nos números que registram os casos de  mortes violentas no país se deve  a esforços de governos dos estados e do governo federal.

    “Apesar da redução, vamos reconhecer: os números ainda são altos. Precisamos melhorar muito mais”, afirmou o ministro a uma emissora de TV.

    O ministro declarou que o maior enfrentamento da criminalidade é uma dos fatores que contribuíram com a queda da violência. Ele incluiu a transferência de líderes de facções criminosas como uma das ações que estão desarticulando os bandidos.
    “Muito da criminalidade violenta está relacionada à criminalidade organizada. São lideranças criminosas ordenando assassinatos. E uma das primeiras coisas feitas pelo governo federal junto com o governo de São Paulo foi a transferência e o isolamento das principais lideranças criminosas do país em presídios federais. [Houve] uma mudança também no regime de visitação dos presídios federais, que impactou a capacidade dessas lideranças transmitirem ordens para a prática de crimes no mundo externo. Nós estamos com uma política de tentar retomar o controle de vários presídios do país”, disse.

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