OAB-DF abre apuração disciplinar sobre sócios de escritório ligado à família de Moraes
Procedimento envolve integrantes do Barci & Barci Advogados e se baseia em informações de relatório da Polícia Federal sobre o Banco Master.
A adolescente de 17 anos encontrada morta em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo, foi sepultada nesta quarta-feira (2). A Polícia Civil analisa o celular da vítima, apreendido em uma casa no bairro Travessão, para tentar esclarecer as circunstâncias da morte.
Clara Victoria, de 17 anos, foi localizada sem vida em Caraguatatuba
Foto: Arquivo pessoal
A jovem chegou sem vida à UPA Sul, no Perequê-Mirim, na segunda-feira (31). A investigação apura lesões provocadas por objeto cortante e possíveis sinais de estrangulamento, além de outras marcas que serão examinadas pela perícia.
De acordo com a apuração divulgada pelo G1, os investigadores suspeitam que uma discussão tenha ocorrido horas antes da morte e que a adolescente tenha sido levada posteriormente ao imóvel no Travessão, onde teria havido novo conflito.
No local, a perícia encontrou manchas e respingos de sangue. Ainda conforme a reportagem, o chão havia sido lavado com água sanitária, circunstância que será analisada pela Polícia Civil na busca por vestígios e na reconstrução da dinâmica do caso.
Um carro utilizado para transportar a adolescente até a unidade de saúde também foi apreendido e submetido à perícia. Duas pessoas são investigadas, e a polícia busca definir a participação de cada uma nos fatos.
Além do conteúdo do celular, a Polícia Civil solicitou exames para verificar se houve luta corporal. O inquérito segue em andamento, sem conclusão sobre a motivação ou a dinâmica definitiva da morte.