Incêndio em Capanema (PA) mata casal e dois filhos; perícia apura origem do fogo
Corpos foram encontrados nos escombros após horas de buscas; perícia vai apurar a origem das chamas.
Mogi Mirim confirmou nesta quarta-feira (2) a segunda morte por febre maculosa registrada no município em 2026. A vítima era um homem de 82 anos, que trabalhava com jardinagem e morreu após permanecer internado por dois dias na Santa Casa, informou a Prefeitura ao g1.
A transmissão da febre maculosa ocorre principalmente pela picada do carrapato-estrela
Foto: Prefeitura de Jundiaí/Divulgação
O idoso deu entrada na unidade hospitalar em 13 de agosto e morreu dois dias depois. A confirmação da doença ocorreu após exames feitos pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.
O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) iniciou a investigação epidemiológica para identificar o provável local onde ocorreu a infecção. A administração municipal informou que o homem frequentava áreas de mata tanto na cidade quanto na zona rural.
A primeira morte por febre maculosa entre moradores de Mogi Mirim neste ano foi confirmada no fim de junho. A vítima era um homem de 58 anos, residente na zona rural, que trabalhava no plantio de grama em condomínios da região de Campinas. A Vigilância em Saúde municipal informou, à época, que a apuração sobre o local provável de infecção continuava.
A febre maculosa brasileira é uma infecção causada pela bactéria Rickettsia rickettsii e transmitida por carrapatos infectados, especialmente os do gênero Amblyomma, conhecidos popularmente como carrapato-estrela. A Secretaria de Estado da Saúde alerta que os sintomas podem surgir entre dois e 14 dias após a exposição.
Febre de início súbito, dor de cabeça, dores musculares, mal-estar, dor abdominal, náusea e manchas avermelhadas na pele estão entre os sinais que exigem procura imediata por atendimento médico, especialmente por quem esteve em matas, gramados, margens de rios, lagoas ou áreas rurais. Informar ao profissional de saúde sobre o possível contato com carrapatos pode ajudar no diagnóstico precoce.
Como prevenção, a orientação é usar roupas claras, calça comprida, calçado fechado e verificar frequentemente a presença de carrapatos no corpo após passar por áreas de risco. O CCZ segue com as ações para esclarecer as circunstâncias da infecção do segundo paciente.