Oscar Schmidt morre aos 68 anos em São Paulo
Ídolo do basquete brasileiro passou mal, foi internado às pressas e teve a morte confirmada nesta sexta-feira (17/4); causa não foi divulgada
Uma modelo brasileira foi encontrada morta em Miami, na Flórida, depois de participar de uma festa a bordo de um iate de luxo. Adriana Vieira, de 31 anos, foi vista pela última vez em 21 de setembro, quando saiu para nadar, mas não voltou ao barco. O corpo dela foi localizado no dia seguinte, próximo a uma marina em Miami Beach. A polícia norte-americana investiga as circunstâncias da morte, e o Ministério das Relações Exteriores do Brasil acompanha o caso.

Adriana morava nos Estados Unidos com seu filho de 6 anos, que está sob os cuidados de uma babá brasileira. Em suas redes sociais, ela compartilhava momentos de sua carreira como modelo e dançarina, além de exibir uma rotina de luxo, frequentando festas, baladas, lojas de grife e realizando viagens a destinos glamourosos. Sua conta no Instagram somava 505 mil seguidores.
A modelo foi casada com o brasileiro Roberto Tesário, com quem se separou recentemente. Após a separação, Tesário voltou ao Brasil, enquanto o filho ficou aos cuidados da mãe. A mãe de Adriana, Antônia de Lourdes Vieira, que reside no Brasil, solicitou ajuda para repatriar o corpo da filha, temendo que ela seja enterrada como indigente. Antônia deseja saber as causas da morte e busca apoio para trazer os restos mortais de volta ao Brasil.
“Eu quero que a morte da minha filha seja investigada e que me ajudem a trazer o corpo de volta. Não sei quanto tempo temos até que ela seja enterrada como indigente. Preciso do corpo dela, que seja investigado e descubram o que aconteceu”, declarou Antônia ao telejornal "Américas no Ar", da Record nos Estados Unidos.
Segundo Alair Ferraz, advogado com experiência em casos de translado de corpos de brasileiros falecidos nos Estados Unidos, o processo não é simples e pode levar até 60 dias, especialmente porque a liberação do corpo costuma ocorrer apenas após o encerramento da investigação policial. “Os procedimentos lá são bem diferentes dos nossos. Costumam demorar para realizar o velório e os trâmites para trazer o corpo demoram, em média, 60 dias. Se for cremar e trazer as cinzas, o processo pode ser um pouco mais rápido”, explicou ao Estadão. A perícia é conduzida pela polícia do condado onde a morte ocorreu, e isso também pode prolongar o processo.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, por meio do Consulado Geral em Miami, está em contato com as autoridades locais e com os familiares da modelo para oferecer assistência consular ao filho menor e aos demais parentes. De acordo com o Itamaraty, em caso de falecimento de um cidadão brasileiro no exterior, as embaixadas e consulados oferecem orientações gerais aos familiares e auxiliam nos contatos com o governo local. Essas unidades também são responsáveis pela emissão de documentos, como o atestado consular de óbito, após a conclusão dos trâmites obrigatórios das autoridades locais.
O traslado dos restos mortais é uma decisão familiar e não é custeado com recursos públicos, informou o Itamaraty em nota.