STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
A pouco mais de dez meses das eleições, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) inicia nesta segunda-feira (1º), em Brasília, uma nova bateria de testes de segurança nas urnas eletrônicas. Segundo a Corte, o objetivo é fortalecer a confiabilidade, a transparência e a segurança da captação e da apuração dos votos, além de contribuir para o aprimoramento contínuo do processo eleitoral brasileiro.
Máquinas de votação eletrônica
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Esta é a oitava edição do teste público de segurança, que será realizada de 1º a 5 de dezembro, na sede do TSE, utilizando os sistemas que serão aplicados nas eleições gerais de 2026. Ao longo da semana, participantes previamente inscritos vão ao Tribunal para executar 38 planos de avaliação aprovados pela Comissão Reguladora.
De acordo com o TSE, o teste abrangerá os sistemas que a Justiça Eleitoral utilizará nas eleições do próximo ano, entre eles o Gerenciador de Dados, Aplicativos e Interface com a Urna Eletrônica (Gedai-UE), o Software de Carga, o Software de Votação, o Sistema de Apuração e o kit JE-Connect.
O primeiro teste público de segurança dos sistemas eleitorais foi realizado em 2009. Desde então, foram promovidas outras seis edições, em 2012, 2016, 2017, 2019, 2021 e 2023. Ao todo, 157 investigadoras e investigadores já participaram dessas ações, com 112 planos executados em 247 horas de avaliação. A partir de 2016, esse tipo de teste tornou-se obrigatório no calendário da Justiça Eleitoral.
A eleição geral de 2026, na qual serão escolhidos deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores e o presidente da República, está prevista para ocorrer em duas datas: 4 de outubro, para o primeiro turno, e 25 de outubro, para eventual segundo turno.
Com informações Agência Brasil