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A última oportunidade de observar uma superlua em 2025 será nesta quinta-feira (4/12), quando a Lua atinge o ponto mais próximo da Terra em sua órbita e, por isso, parece maior e mais brilhante no céu. Nesta semana, o satélite natural chega a cerca de 357 mil quilômetros de distância do planeta.
O fenômeno acontece quando a Lua atinge sua menor distância em relação à Terra
Foto: Reprodução / Agência Brasil.
Para apreciar o fenômeno, não é necessário usar telescópios ou outros equipamentos. Estar em locais com pouca ou nenhuma poluição luminosa, longe de luzes artificiais intensas, facilita a observação, assim como um céu limpo, sem muitas nuvens.
De acordo com especialistas do Observatório Nacional, o período mais indicado para observar a superlua é cerca de uma hora após o nascer ou o pôr do Sol. Nesses momentos, a Lua aparece próxima à linha do horizonte, o que reforça a sensação de que está maior.
Superlua não é uma classificação científica, segundo o Observatório Nacional. A expressão foi usada pela primeira vez em 1979 por Richard Nolle, que definiu o fenômeno como uma Lua cheia que ocorre durante o perigeu — quando o satélite está muito próximo do ponto de sua órbita em que fica mais perto da Terra — ou a uma distância equivalente a 90% desse limite.
A porcentagem escolhida para essa definição, porém, não considera critérios científicos rigorosos, o que reforça o caráter popular do termo.
Em 2025, já ocorreram outras duas superluas. A primeira foi registrada em 7 de outubro, quando a Lua ficou a cerca de 361 mil quilômetros da Terra. A segunda aconteceu em 5 de novembro, com o satélite a aproximadamente 356 mil quilômetros de distância.