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Política
Cleitinho comemora ataque dos EUA à Venezuela e cobra apoio explícito de Lula
Senador celebra captura de Nicolás Maduro, chama presidente venezuelano de canalha e defende ofensiva liderada por Donald Trump, enquanto bombardeios elevam tensão no Caribe e reacendem debate sobre política externa brasileira
03/01/2026 às 08:51por Redação Plox
03/01/2026 às 08:51
— por Redação Plox
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O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) comemorou, nas redes sociais, o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro, na manhã deste sábado (3). Na mesma publicação, o parlamentar cobrou um posicionamento favorável do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação à ofensiva militar.
O senador Cleitinho Azevedo
Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado
Em vídeo divulgado em seus perfis, Cleitinho pediu que o governo brasileiro manifeste apoio explícito à ação norte-americana e voltou a criticar o líder venezuelano, aliado histórico do PT e do presidente Lula.
A gente quer que por aqui que o Lula possa soltar uma nota dando apoio total a essa ação do Trump. Esse canalha do Maduro tem que ser preso para que a Venezuela possa ser libertada
senador Cleitinho Azevedo
Ataques durante a madrugada atingem Caracas e estados venezuelanos
Os ataques dos Estados Unidos à Venezuela começaram por volta das 3h da madrugada, no horário de Brasília. De acordo com o governo venezuelano, as explosões alcançaram a capital, Caracas, e também os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
A gestão de Nicolás Maduro declarou estado de emergência após acusar os Estados Unidos de bombardear alvos civis e militares. As autoridades venezuelanas ainda não detalharam o número de vítimas ou a extensão total dos danos provocados pela ação.
Escalada de tensão e impacto político
A ofensiva militar no Caribe aumenta a tensão na região e repercute no cenário político brasileiro, especialmente por envolver figuras de forte polarização, como Nicolás Maduro, o ex-presidente Donald Trump e o presidente Lula.
Ao cobrar um posicionamento do governo federal, Cleitinho insere o episódio no debate interno sobre política externa e direitos humanos, em um momento em que a relação do Brasil com a Venezuela e com os Estados Unidos volta ao centro das discussões em Brasília.