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Política
Macron celebra queda do regime de Nicolás Maduro e diz que Trump libertou povo da Venezuela
Presidente francês afirma que povo venezuelano está libertado da ditadura e coloca França à disposição para uma transição pacífica, democrática e respeitosa da soberania popular após captura de Maduro pelos EUA
03/01/2026 às 21:35por Redação Plox
03/01/2026 às 21:35
— por Redação Plox
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O presidente da França, Emmanuel Macron, aliado político de Lula, comemorou publicamente a queda do regime de Nicolás Maduro na Venezuela. A manifestação foi divulgada nas redes sociais do mandatário francês, em mensagem escrita em espanhol, após o colapso do governo chavista em Caracas neste sábado (3/1).
Na publicação, Macron afirmou que “o povo venezuelano está hoje libertado da ditadura de Nicolás Maduro e não pode senão celebrar” e acrescentou que “os venezuelanos podem contar com o apoio da França para erguer a voz de uma transição pacífica, democrática e plenamente respeitosa de sua vontade soberana”.
Macron comemora queda de Maduro: “Venezuela está livre”
Foto: Agência Brasil
França sinaliza apoio à transição na Venezuela
A declaração do presidente francês foi feita no contexto do início do processo de transição política na Venezuela, após a saída de Maduro do poder. O movimento marca o fim de um ciclo de quase 27 anos de governos chavistas no país sul-americano.
A fala de Macron reforça o alinhamento de Paris com uma transição considerada pacífica, democrática e baseada na soberania popular venezuelana.
Queda de Maduro após ofensiva militar dos EUA
A derrubada do regime ocorreu após uma ofensiva militar dos Estados Unidos que levou à captura de Nicolás Maduro. O ex-governante deverá responder na Justiça americana por quatro principais acusações: conspiração de narcoterrorismo; conspiração para importação de cocaína para os EUA; uso e posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos em conexão com o tráfico; e conspiração armada ligada a crimes de drogas.
Com a prisão de Maduro e o desmonte da estrutura central do chavismo, abre-se um novo capítulo político na Venezuela, acompanhado de perto por potências estrangeiras e por países da região.