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A produção brasileira de petróleo e gás natural atingiu um novo patamar em 2025. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a média anual chegou a 4,897 milhões de barris de óleo equivalente por dia, um avanço de 12,7% em relação ao recorde anterior, de 2023, quando foram produzidos 4,344 milhões de barris diários.
Os campos operados pela Petrobras foram responsáveis por 90,03% do total produzido em dezembro
Foto: Agência Brasil
No recorte apenas do petróleo, a produção média de 2025 foi de 3,770 milhões de barris por dia, o maior volume já registrado no país. O resultado representa crescimento de 12,3% frente a 2024, quando a extração ficou em 3,358 milhões de barris diários de óleo bruto.
Já a produção de gás natural também avançou de forma consistente. Em 2025, a média anual foi de 179 milhões de metros cúbicos por dia, alta de 17% na comparação com o ano anterior, quando o volume havia sido de 153 milhões de m³/dia.
De acordo com a ANP, a maior fatia da produção nacional de petróleo e gás natural veio de reservatórios do pré-sal, responsáveis em média por 79,63% do total extraído ao longo de 2025.
As áreas do pós-sal responderam por 15,45% da produção, enquanto os campos terrestres ficaram com 4,92%. O peso do pré-sal confirma a mudança estrutural do parque produtor brasileiro, com crescente participação das operações em águas profundas e ultraprofundas.
Em dezembro de 2025, a produção nacional de petróleo e gás natural chegou a 5,237 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Apenas o petróleo respondeu por 4,015 milhões de barris diários, alta de 6,4% em relação a novembro e de 17,4% frente a dezembro de 2024.
No caso do gás natural, a produção de dezembro foi de 194,33 milhões de m³/dia, também 6,4% acima do volume de novembro e 20,6% superior ao registrado no mesmo mês de 2024.
Os campos marítimos responderam por 97,9% de todo o petróleo extraído em dezembro e por 86,5% da produção de gás natural no período, reforçando a relevância da exploração offshore no país.
Os campos operados pela Petrobras, individualmente ou em consórcio com outras empresas, foram responsáveis por 90,03% do total produzido no mês. Ao todo, a produção nacional teve origem em 6.048 poços, sendo 547 marítimos e 5.501 terrestres, o que evidencia a capilaridade da atividade, embora com forte concentração em áreas offshore.