Anvisa proíbe comercialização de palmito em conserva; veja a marca

Resolução determina retirada do palmito pupunha em conserva “Filhos da Terra” de circulação em todo o país e orienta consumidores a não ingerirem o produto.

03/03/2026 às 07:04 por Redação Plox

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso do palmito pupunha em conserva da marca “Filhos da Terra”. A orientação é que o produto não seja consumido e seja retirado de circulação, com atuação das vigilâncias sanitárias locais em todo o país.

Imagem ilustrativa

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Foto: Pixabay


Anvisa proíbe comercialização de palmito em conserva

De acordo com comunicado da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, a Anvisa publicou a Resolução-RE nº 1.730, de 7 de maio de 2025, que determina a proibição do PALMITO PUPUNHA EM CONSERVA – marca FILHOS DA TERRA. A medida tem alcance nacional e se baseia em referência publicada no Diário Oficial da União (DOU), segundo a nota municipal.

O texto divulgado pela Prefeitura de São Paulo informa que a empresa responsável pelo produto não possui Licença Sanitária e não consta no cadastro das indústrias de palmito em conserva da 1ª Regional de Saúde do Estado do Paraná, o que, conforme o comunicado, configura infração às normas sanitárias aplicáveis.

A Anvisa tem histórico de ações de fiscalização com palmito em conserva em situações de irregularidade sanitária, incluindo proibições em casos anteriores após resultados laboratoriais considerados insatisfatórios.

Informação ainda em apuração

O alerta municipal indica o número da resolução e a marca atingida, mas o texto completo do ato no DOU enfrentou instabilidade de acesso no momento da consulta mencionada na reportagem. A identificação da marca e o número da resolução constam no comunicado oficial divulgado pela esfera municipal.

O que consumidores e comércios devem fazer

Para consumidores, a orientação é clara: quem tiver em casa palmito pupunha em conserva “Filhos da Terra” deve interromper imediatamente o consumo. A recomendação é buscar devolução ou troca no local de compra e acompanhar as instruções da vigilância sanitária do respectivo município.

Comércios e distribuidores devem retirar o produto de prateleiras e estoques, além de comunicar as autoridades sanitárias locais para adoção das medidas cabíveis. O caso acende alerta sobre a importância do controle de qualidade em alimentos em conserva, que exigem vigilância rigorosa. Falhas de licenciamento, cadastro e fiscalização podem indicar ausência de garantias mínimas de segurança.

Próximos passos e monitoramento

Entre os desdobramentos esperados está a consulta à íntegra da Resolução-RE nº 1.730 no DOU, assim que o acesso estiver estabilizado, para verificar detalhes como apresentação do produto, CNPJ da empresa e eventual delimitação por lotes.

Também é apontada como necessária a articulação com vigilâncias sanitárias estaduais e municipais, especialmente nos estados citados no alerta, para checar possíveis operações de recolhimento local e orientações específicas ao varejo.

Por fim, permanece a recomendação de acompanhar novos comunicados da Anvisa sobre alimentos em conserva e ações de fiscalização relacionadas, reforçando o caráter de alerta de saúde pública em torno da proibição do palmito pupunha em conserva da marca “Filhos da Terra”.

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