Procon-MG interdita seis estabelecimentos e apreende 492 kg de alimentos impróprios em Araguari

Operação com apoio da Vigilância Sanitária inspecionou 63 locais entre 24 e 26 de fevereiro e resultou em 40 autuações e 28 autos de apreensão

03/03/2026 às 10:41 por Redação Plox

O Procon-MG, órgão integrante do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), interditou seis estabelecimentos comerciais e apreendeu 492 quilos de alimentos impróprios para consumo durante operação realizada entre os dias 24 e 26 de fevereiro, no município de Araguari, no Triângulo Mineiro.

A ação contou com o apoio da Vigilância Sanitária de Araguari e teve como foco fiscalizar as condições higiênico-sanitárias de bares, restaurantes e outros estabelecimentos que comercializam alimentos na cidade.


Os alimentos recolhidos apresentavam problemas como vencimento do prazo de validade, armazenamento inadequado e ausência de identificação

Os alimentos recolhidos apresentavam problemas como vencimento do prazo de validade, armazenamento inadequado e ausência de identificação

Foto: Divulgação/MPMG

Fiscalização encontrou falhas em armazenamento e identificação

Ao todo, 63 locais foram inspecionados. Desses, 40 foram autuados por irregularidades e 28 autos de apreensão foram lavrados. Segundo o órgão, os produtos recolhidos apresentavam vencimento do prazo de validade, armazenamento inadequado, ausência de identificação e indícios de deterioração.

As interdições foram motivadas por falhas consideradas graves, principalmente relacionadas à manipulação e à conservação de alimentos, além de condições estruturais incompatíveis com as normas sanitárias. Ainda conforme o Procon-MG, as medidas têm o objetivo de resguardar a saúde e a segurança dos consumidores.

Fiscalizações serão feitas em etapas na cidade

De acordo com o Ministério Público, a operação integra um cronograma mais amplo de fiscalizações no município. A previsão é que, ao fim das três etapas planejadas, 177 estabelecimentos sejam vistoriados.

Alguns dos estabelecimentos interditados já teriam realizado as adequações exigidas e solicitaram nova vistoria para possível liberação das atividades.

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