PEC do fim da escala 6x1 é aprovada na Câmara; veja a lista dos 22 deputados que votaram contra
Texto reduz a jornada semanal máxima de 44 para 40 horas e segue agora para votação no Senado, também em dois turnos.
Carlos Eduardo Mendes Santos, acusado de lançar uma granada dentro do carro de dois policiais civis de folga no Rio de Janeiro, foi preso nesta semana no estado de Minas Gerais.
Foto: Reprodução A captura ocorreu na cidade de Viçosa, onde ele havia se refugiado na casa de familiares. A prisão foi efetuada sem resistência, com apoio das equipes da 17ª DP (São Cristóvão) e da 32ª DP (Taquara), que auxiliaram os agentes da 38ª DP (Brás de Pina) nas investigações.
O crime aconteceu em março de 2025, por volta de 1h da madrugada, na Estrada do Engenho D’Água, no bairro do Anil, Zona Oeste do Rio. Na ocasião, os policiais civis tinham acabado de sair do trabalho e estavam em um veículo particular quando foram surpreendidos por criminosos.
Carlos Eduardo e outros dois homens se aproximaram e jogaram o artefato explosivo dentro do carro. Os agentes reagiram imediatamente com tiros, o que fez com que os suspeitos fugissem. Apesar disso, a granada detonou dentro do veículo.
Os dois policiais ficaram feridos, com lesões nas mãos e pernas, e conseguiram buscar socorro por conta própria no Hospital Municipal Lourenço Jorge. Um dos agentes, devido à gravidade dos ferimentos, segue internado em uma unidade de saúde particular.
Logo após o atentado, os criminosos fugiram em direção à comunidade da Gardênia Azul. A partir de então, a polícia iniciou uma operação de busca pelos envolvidos. As investigações apontaram que Carlos Eduardo havia deixado o estado do Rio e estava escondido em Minas Gerais, levando à operação que resultou em sua prisão.
A apuração do caso continua, e os outros suspeitos seguem sendo procurados pelas autoridades.