STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Durante o julgamento que ocorre nesta quinta-feira (3), no Tribunal do Júri de Ipatinga, o promotor de Justiça Jonas Junio Monteiro concedeu uma entrevista exclusiva ao PLOX, na qual classificou como chocante e cruel o crime cometido contra o jovem Sérgio Matsuda, morto em janeiro de 2024 no bairro Iguaçu.
O caso levou dois homens ao banco dos réus, acusados de homicídio qualificado e corrupção de menores. Segundo o Ministério Público, eles teriam invadido a casa da vítima, acompanhado de um adolescente, e executado Sérgio com 11 tiros na frente da esposa e dos filhos pequenos, após espancá-lo violentamente.
Foto:Plox “Foi um homicídio cruel, brutal, sem chance de defesa para a vítima”, declarou o promotor Jonas Monteiro, ressaltando a frieza da ação praticada pelos acusados.
“Eles, como forma de retaliação, invadiram a casa no bairro Iguaçu, espancaram o Sérgio na frente da companheira, arrastaram ele para fora da residência e efetuaram 11 disparos de arma de fogo”, relatou o promotor.
“É um crime que chocou a cidade. A cidade está sofrendo com o aumento do número de homicídios”Diante da gravidade do caso, o MP espera que os réus sejam condenados com penas próximas da máxima.
“Nós estamos aqui com dois autores detidos, e o Ministério Público vai se esforçar para que eles peguem uma pena próxima da máxima, que é de 30 anos”, reforçou Jonas Monteiro.
A sessão do júri começou às 9h e segue em andamento no Fórum de Ipatinga. O resultado do julgamento ainda não foi divulgado, mas já é considerado um marco importante no enfrentamento da violência na região.