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    Fim de semana foi marcado por manifestações de apoiadores de Lula e de Bolsonaro

    Em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro passou pela esplanada dos ministérios, em uma manifestação organizada por apoiadores, mas não discursou

    Por Plox

    03/05/2022 00h36 - Atualizado há 12 dias

    O dia do trabalho, comemorado neste domingo, em diversas cidades, foi marcado por comemorações ao 1º de maio e por manifestação em favor de Bolsonaro e Lula, ambos pré-candidatos à presidência da República neste ano. Ambos os eventos foram pacíficos, segundo imagens divulgadas pelos órgãos de segurança. 

    Em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro passou pela esplanada dos ministérios, em uma manifestação organizada por apoiadores, mas não discursou. Acredita-se que o chefe do executivo tenha ouvido os seus conselheiros e evitado suas tradicionais falas de improviso. Na Avenida Paulista, em São Paulo (SP), Bolsonaro não esteve presente, mas enviou um vídeo que foi divulgado durante o evento. Em seu discurso no vídeo, Bolsonaro disse ser “leal aos apoiadores e que tem um governo que acredita em Deus, respeita as autoridades, defende a família e deve lealdade a seu povo". A manifestação na capital paulista contou com a presença de ex-ministros como Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações).

    Veja o vídeo:

     

     

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula esteve presente em uma manifestação organizada por centrais sindicais na praça Charles Miller, em São Paulo (SP), e, em seu discurso, criticou a inflação, dizendo que, durante sua gestão, o salário tinha reajuste real. Lula atacou Bolsonaro o chamando de "genocida" e "fascista". Lula também aproveitou para se desculpar por um comentário que fez no sábado (30) em Brasilândia, zona norte de São Paulo (SP), onde disse que o presidente Jair Bolsonaro (PL) “não gosta de gente, gosta de policial”. Segundo o ex-presidente, ele queria ter dito miliciano invés de policial. 

    “Quando eu estava fazendo discurso, eu queria dizer que Bolsonaro só gosta de milícia, não gosta de gente, e eu falei que ele só gosta de polícia, não gosta de gente. Quero aproveitar para pedir desculpas aos policiais deste país, porque muitas vezes eles cometem erros, mas muitas vezes salvam muita gente do povo trabalhador. E temos que tratá-los como trabalhadores desse país”, afirmou Lula.

    Foto: reprodução/ redes sociais

     

    O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em suas redes sociais afirmou que "manifestações populares são expressão da vitalidade da democracia", mas que aquelas que pedem "intervenção militar e fechamento do STF" são "ilegítimas e antidemocráticas" e configuram "anomalias graves que não cabem em tempo algum", disse Pacheco.

    Em Niterói, no Rio de Janeiro, o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), foi a atração da manifestação. Ele discursou e chamou sua prisão de inconstitucional. Sob os gritos de “senador”, ele ouviu pedidos para que aceite disputar uma cadeira do Senado Federal. A prisão e a cessão de graça presidencial concedida por Bolsonaro tornaram Daniel Silveira, que é deputado pelo estado do Rio, conhecido em todo o país.


     

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