Alunos plantam 120 mudas de espécies nativas e participam de palestra em Bugre

03/07/2019 15:09

Iniciativa do Sindicato dos Trabalhadores Rurais mobiliza duas escolas para práticas de sustentabilidade

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Alunos de duas escolas públicas de Bugre (MG) fazem nesta quinta-feira (4) o plantio de 120 mudas de espécies nativas. Desse total, 60 serão plantadas por alunos do Ensino Fundamental II da Escola Estadual Jaime Mafra, e outras 60 mudas serão para os alunos do Ensino Fundamental I da Escola Municipal Izalpino Vicente Bonfim, em Córrego do Rio Branco, distrito de Bugre. A iniciativa é da Fundação Renova em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bugre.

Além do plantio de mudas, os alunos vão participar de uma palestra educativa que vai envolver, também, todo o corpo docente e administrativo das duas escolas. Já o plantio das mudas será realizado pelos alunos e supervisionado pelo engenheiro florestal Leandro Abrahão, do Programa de Retomada das Atividades Agropecuárias da Fundação Renova. A ação terá apoio da equipe de Diálogo da Fundação e será conduzida pela analista Sofia Lorena Vargas Antezana.

Para Leandro Abrahão, palestrante da iniciativa, ações promotoras de educação ambiental são fundamentais no trabalho pedagógico de uma unidade de ensino, a fim de despertar o interesse e a responsabilidade da sustentabilidade do planeta em pequenas escalas. 

“É no seio escolar que aprendemos a ciência. Muitas vezes, descobrimos nossa vocação e, principalmente, aprendemos a viver em coletividade. Ações como esta contribuem para o desenvolvimento do saber e despertar de novas vocações. Demonstra a importância da preservação do meio ambiente na prática e cria a possibilidade de contribuir para a formação de pessoas responsáveis pela sustentabilidade”, afirma o engenheiro.

A ação educativa foi uma solicitação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bugre, onde mais de 60 nascentes já foram recuperadas.

Sobre a Fundação Renova
A Fundação é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, constituída com o exclusivo propósito de gerir e executar, com autonomia técnica, administrativa e financeira, os programas e ações de reparação e compensação socioeconômica e socioambiental para recuperar, remediar e reparar os impactos gerados a partir do rompimento da Barragem de Fundão, na cidade de Mariana, em 2015, com transparência, legitimidade e senso de urgência.

A Fundação foi estabelecida por meio de um Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC), assinado entre Samarco, suas acionistas, os governos federal e dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, além de uma série de autarquias, fundações e institutos (como Ibama, Instituto Chico Mendes, Agência Nacional de Águas, Instituto Estadual de Florestas, Funai, Secretarias de Meio Ambiente, dentre outros), em março de 2016.



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