Criminalidade e tráfico de drogas são maiores problemas do Brasil para 66,8%, diz pesquisa

Levantamento Latam Pulse, da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, aponta que segurança pública supera corrupção e economia entre as preocupações da população.

03/07/2026 às 08:51 por Redação Plox

A criminalidade e o tráfico de drogas são considerados os maiores problemas do Brasil por 66,8% da população, mostra a rodada de junho do levantamento Latam Pulse, produzido pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg. Divulgado nesta sexta-feira (3), o resultado coloca a segurança pública à frente da corrupção e das dificuldades econômicas entre as principais preocupações nacionais. 


Criminalidade e tráfico lideram preocupações de 66,8% dos brasileiros, aponta pesquisa.

Foto: Reprodução/FRAME VIDEO


A corrupção foi indicada por 57,9% dos entrevistados, enquanto economia e inflação aparecem na terceira posição, com 22,5%. Como cada participante podia selecionar até três alternativas, a soma dos percentuais ultrapassa 100%.

Preocupação com segurança cresce pelo segundo mês seguido

A parcela que apontou criminalidade e tráfico avançou 3,9 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, quando estava em 62,9%. Em abril, o índice era de 51,7%, o que representa um crescimento de 15,1 pontos em dois meses. A corrupção também subiu, passando de 55,1% para 57,9% na comparação mensal. 


Preocupação com segurança cresce pelo segundo mês seguido.

Foto: Reprodução/FRAME VIDEO


Na sequência aparecem extremismo e polarização política, citados por 15,5% dos participantes. A situação da educação e a violência contra a mulher e o feminicídio empataram, com 14,4% cada.

O enfraquecimento da democracia foi mencionado por 12,8%, seguido pela situação da saúde, com 12,6%, e pelo mau funcionamento da Justiça, com 12,5%. Impostos elevados e ambiente de negócios foram apontados por 9,7%, enquanto pobreza, desemprego e desigualdade social registraram 6,8%.

Pesquisa ouviu quase 5 mil pessoas

O levantamento ouviu 4.999 brasileiros adultos entre os dias 26 e 30 de junho. As entrevistas foram realizadas por recrutamento digital aleatório, metodologia denominada Atlas RDR. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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