Nico Williams entrega medalha à mãe após ajudar Espanha a conquistar Copa do Mundo
Atacante participou do gol decisivo de Ferran Torres na vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação.
PF prende secretária sancionada pelos EUA e procura empresário em operação de R$ 10 bilhões.
Foto: Reprodução/FRAME VIDEO
Mais de 50 policiais federais foram mobilizados para cumprir 11 mandados de prisão temporária e 13 de busca e apreensão em São Paulo, Santos, Praia Grande e Santana de Parnaíba. As ordens foram expedidas pela 7ª Vara Federal Criminal de São Paulo. A Justiça também autorizou o sequestro de bens, valores e criptoativos dos investigados até o limite de R$ 10,4 bilhões.
Mais de 50 policiais federais foram mobilizados para cumprir 11 mandados de prisão temporária e 13 de busca e apreensão em São Paulo, Santos, Praia Grande e Santana de Parnaíba.
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A investigação identificou, de forma preliminar, movimentações superiores a R$ 10 bilhões. Segundo a PF, o grupo utilizaria transferências ilícitas de criptoativos, transporte de dinheiro em espécie, operações bancárias de alto valor e repasses entre pessoas físicas e empresas para movimentar e ocultar recursos.
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos incluiu Shimada, Stella e quatro empresas em sua lista de sanções na quarta-feira (1º). O governo norte-americano afirma que o empresário teria atuado como elo entre operadores ligados ao PCC na Flórida, nos Estados Unidos, e traficantes internacionais, movimentando mais de US$ 30 milhões em recursos ilícitos por meio de criptomoedas.
Stella é descrita pelas autoridades norte-americanas como parente e secretária de Shimada. Segundo o Tesouro dos EUA, ela teria intermediado retiradas de grandes quantidades de dinheiro em espécie e prestado apoio logístico às operações financeiras investigadas. As sanções determinam o bloqueio de bens e interesses mantidos nos Estados Unidos ou sob controle de pessoas e empresas norte-americanas.
A suposta relação com o PCC é atribuída pelo governo dos Estados Unidos. No comunicado brasileiro sobre a Operação Exchange, a Polícia Federal informou investigar uma organização especializada em lavagem de recursos do tráfico internacional, mas não declarou que Shimada ou os demais alvos sejam integrantes da facção. A defesa do empresário já havia negado envolvimento com organização criminosa e com lavagem de dinheiro. As investigações continuam, e os envolvidos poderão responder, em tese, por associação criminosa, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e outros crimes que venham a ser identificados.