PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
A Campanha Nacional de Multivacinação começa nesta segunda-feira (3) em todo o país para atualizar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A mobilização segue até 1º de setembro e terá um Dia D nacional em 22 de agosto.
Durante o atendimento, as equipes de saúde vão conferir as doses já registradas e aplicar as vacinas indicadas para cada idade, respeitando o Calendário Nacional de Vacinação e possíveis contraindicações. A campanha não é direcionada a um único imunizante, mas à recuperação de esquemas atrasados ou incompletos.
Campanha Nacional de Multivacinação começa nesta segunda-feira em todo o país
Foto: Magnific
Poderão ser ofertadas vacinas contra poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola, difteria, tétano, coqueluche, hepatites A e B, rotavírus, meningites, febre amarela e HPV, além de imunizantes contra influenza, Covid-19 e dengue, conforme a idade, a situação vacinal e as estratégias adotadas em cada município.
Pais e responsáveis devem apresentar a caderneta de vacinação para que os profissionais identifiquem eventuais doses pendentes. O Ministério da Saúde também orienta que o registro seja feito com o CPF ou o Cartão Nacional de Saúde da criança ou do adolescente.
Estados e municípios poderão organizar ações em escolas, espaços públicos e comunidades, além de fazer busca ativa de pessoas não vacinadas. Os horários e locais de atendimento devem ser consultados nos canais das secretarias municipais de Saúde.
Durante a campanha, o Ministério da Saúde recomendou que São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo ofereçam a vacina contra o sarampo a todas as pessoas de 6 meses a 59 anos. A medida foi adotada após a identificação de uma cadeia de transmissão relacionada à importação do vírus.
O Brasil confirmou 17 casos de sarampo em 2026. Desse total, 14 permanecem em acompanhamento no estado de São Paulo: 11 na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Crianças de 6 a 11 meses dessas localidades também devem receber a chamada “dose zero”, que não substitui as doses previstas posteriormente no calendário infantil.