Decisão do TSE confirma Douglas Ruas no Rio e amplia apoio a Flávio Bolsonaro
Anulação de votos de Anthony Garotinho levou Douglas Ruas, do PL, à vitória no primeiro turno no Rio; resultados em São Paulo e Minas ampliam a base do partido.
O policial militar Leonardo Alencar Gomes, de 39 anos, admitiu durante audiência de custódia ter atirado contra a ex-companheira, Gabriela Martins de Almeida, de 32 anos, morta na manhã de quarta-feira (30), em Jaú, no interior de São Paulo. Uma amiga que estava no carro com Gabriela também foi baleada e sobreviveu.
O policial militar Leonardo Alencar Gomes, de 39 anos, admitiu durante audiência de custódia ter atirado contra a ex-companheira, Gabriela Martins de Almeida, de 32 anos.
Leonardo havia sido preso em flagrante após o crime e foi encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, na capital paulista. A audiência de custódia ocorreu por videoconferência na quinta-feira (1º).
Ao ser questionado durante a audiência se gostaria de acrescentar alguma informação sobre a prisão, Leonardo declarou estar arrependido.
“Só arrependimento da situação, doutora, infelizmente. E foi isso o que aconteceu. Eu não queria que tivesse tido essa situação. Consigo pedir desculpa para a família e pros meus amigos da corporação”, afirmou.
A manifestação ocorre depois de o policial ter se apresentado à própria corporação após os disparos. De acordo com informações registradas no caso, ele compareceu à 1ª Companhia da Polícia Militar de Jaú e informou onde estava a arma utilizada.
Gabriela possuía histórico de pedidos de proteção contra o policial. Um dia antes de ser morta, ela registrou boletim de ocorrência por lesão corporal e descumprimento de medida protetiva. Informações divulgadas sobre a investigação apontam ainda que ela havia dormido na casa de uma amiga por medo do ex-companheiro.
Gabriela havia registrado ocorrência um dia antes.
Foto: Reprodução/Redes Sociais
O ataque ocorreu na Avenida Lauro Fraschetti. Gabriela estava em um veículo acompanhada de uma amiga quando o carro conduzido pelo policial se aproximou. Ela morreu no local.
A amiga, de 34 anos, também foi atingida pelos disparos, foi socorrida e encaminhada à Santa Casa de Jaú, onde passou por cirurgia. Informações divulgadas posteriormente apontaram que o estado de saúde dela era considerado grave.
Após a audiência, a advogada Joice Vanessa dos Santos, que representa Leonardo, afirmou que o policial está arrependido e colaborando com as investigações. A defesa também apresentou sua versão sobre o histórico do relacionamento entre ele e Gabriela.
O caso foi registrado como feminicídio e tentativa de feminicídio. Leonardo permanece preso enquanto a Polícia Civil prossegue com a investigação.