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    Bolsonaro faz novos exames e médicos suspendem alta hospitalar

    O presidente esta´sendo medicado com antibióticos

    Por Plox

    04/02/2019 20h27 - Atualizado há mais de 2 anos

    A alta prevista para a próxima quarta-feira (6), para o paciente Jair Bolsonaro, presidente da República, hospitalizado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, foi adiada.
     
    Segundo informações da equipe médica que cuida da recuperação de Bolsonaro após a recente cirurgia, alterações de alguns exames laboratoriais e o aumento da temperatura corporal levaram a essa decisão.
     
     
    Um boletim assinado pelo diretor superintendente do Hospital, Miguel Cendoroglo e pelos médicos Leandro Echenique, cardiologista; e Antônio Luiz Macedo, cirurgião, conta detalhes do quadro clínico do presidente, que está internado na unidade de cuidados semi-intensivos e "apresentou, ontem [domingo (3)] à noite, elevação da temperatura (37,3 °C) e alteração de alguns exames laboratoriais."

    bolsonaro
    Foto: reprodução Facebook
     
    Bolsonaro, segundo esse relatório, foi submetido à punção guiada. "foi iniciado antibioticoterapia de amplo espectro e realizados novos exames de imagem. Identificou-se uma coleção líquida ao lado do intestino na região da antiga colostomia. Foi submetido à punção guiada por ultrassonografia e permanece com dreno no local. Está no momento sem dor, afebril, em jejum oral, com sonda nasogástrica e nutrição parenteral exclusiva."
     
    Em outro ponto do documento, a equipe afirma que as visitas estão restritas."Já apresenta movimentos intestinais e teve dois episódios de evacuação. Segue realizando exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular no quarto. Por ordem médica, as visitas permanecem restritas", diz o boletim.

    boletim
     
    Com esse novo quadro, os médicos adiaram a previsão de alta para a  a próxima segunda-feira (11). "Quarta-feira não será mais o dia de alta de nosso presidente, até porque ele entrou num estágio que está sendo administrado antibióticos por no mínimo sete dias. Então, se tivermos, a partir de hoje, já contarmos um prazo, este prazo não será antes desses sete dias, que é exatamente o tempo de ação do antibiótico para debelar eventual infecção que possa ser gerada", explicou o porta voz da entidade, Rêgo Barros.
     

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