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No próximo domingo, 8 de março, Belo Horizonte será palco de uma mobilização organizada pelo Movimento de Mulheres Unificadas em alusão ao Dia Internacional das Mulheres. A data, marcada historicamente pela luta por direitos e pelo enfrentamento à violência de gênero, volta a reunir manifestantes na capital mineira em defesa das mulheres e em solidariedade a pautas internacionais.
A concentração está marcada para as 9h30, na Praça Raul Soares, na região Central de Belo Horizonte. A programação prevê bateria aberta, com protagonismo feminino, e a participação é estendida também aos homens, sob o entendimento de que a defesa dos direitos das mulheres é uma responsabilidade coletiva.

Manifestação acontece neste domingo
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Com o tema “Basta de Feminicídio e Violência de Gênero: Fora Trump da América Latina e Palestina”, o ato busca chamar atenção para os diferentes tipos de violência que atingem as mulheres e para a necessidade de articulação internacional em torno dessas pautas.
O movimento destaca que conquistas como a Lei Maria da Penha, o direito ao voto feminino e a ampliação da licença-maternidade são resultado de organização e luta coletiva. Segundo a articulação, nenhum direito foi concedido como favor, mas construído a partir de mobilização social contínua.
Nesse sentido, a mobilização segue apontada como instrumento central na defesa da vida e dos direitos das mulheres, reforçando a importância da presença nas ruas e da participação ativa em espaços de debate e decisão.
Mais informações sobre o ato, assim como sobre outras ações organizadas pelo unificado, serão divulgadas no perfil oficial no Instagram, @8munificadormbh.
O 8 de março é reconhecido como o Dia Internacional da Mulher, data oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU) na década de 1970 para celebrar avanços sociais, políticos e econômicos das mulheres e reforçar a luta contra a desigualdade de gênero.
A origem da data remete às greves e mobilizações de trabalhadoras no início do século XX, que denunciaram jornadas exaustivas, condições precárias de trabalho e falta de direitos básicos. Ao longo das décadas, o 8 de março se consolidou como símbolo de resistência, força e persistência das mulheres em todo o mundo, reafirmando a centralidade da luta por igualdade e pelo fim das diversas formas de violência de gênero.