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    Chefe de facção criminosa é condenado a 28 anos de prisão por ser mandante de homicídio em Fabriciano

    Condenado liderava a principal organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, roubos, homicídios e porte ilegal de arma, em Coronel Fabriciano e em todo a região do Vale do Aço

    Por Plox

    04/04/2022 11h56 - Atualizado há cerca de 2 meses

    O chefe de uma organização criminosa de Coronel Fabriciano-MG foi condenado  a mais de 28 anos de prisão por ser mandante de um assassinato ocorrido na cidade em abril de 2018. A sentença do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da 4ª Promotoria de Justiça da comarca de Coronel Fabriciano, condenou o autor a 26 anos de reclusão pelo assassinato de MCS e a 2 anos e 9 meses de reclusão por formação de quadrilha, totalizando 28 anos e 9 meses de prisão.

    No dia 29 de março deste ano, o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri condenou o réu por homicídio qualificado por motivo torpe, com emprego de meio que gerou perigo comum e de recurso que impossibilitou a defesa da vítima. O promotor de Justiça Paulo Elias Severgnini Mendes Júnior atuou na acusação.

    O condenado liderava a principal organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, roubos, homicídios e porte ilegal de arma, em Coronel Fabriciano e em todo a região do Vale do Aço. Ele já estava em prisão cautelar, desde março de 2019, tendo ordenado o assassinato de MCS de dentro do presídio onde à época cumpria pena. Atualmente, ele cumpre pena em Francisco Sá.

    No início da noite do dia 10 de abril de 2018 a vítima estava de costas, conversando com a namorada, em frente a uma lanchonete, quando ao menos quatro integrantes da facção criminosa, cumprindo ordens do líder, acertaram 27 tiros em MCS, por motivo torpe. MCS morreu por ter ajudado dois integrantes da facção rival a fugir, depois de terem cometido um homicídio em 27 de fevereiro do mesmo ano.

    Além da namorada de MCS, duas crianças estavam próximas da vítima e correram risco de serem atingidas. E dentro da lanchonete estavam o proprietário, a esposa dele e uma funcionária.

    Conforme apurado por meio do Inquérito Policial, o condenado planejou o assassinato da vítima em conluio com os demais integrantes da facção criminosa que ele liderava, em Coronel Fabriciano.
     

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