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Com o encerramento da janela partidária, nessa sexta-feira (3), PSD e PL foram as siglas que mais atraíram quadros de outras legendas em Minas Gerais. O PSD, de Gilberto Kassab, registrou oito filiações no período, enquanto o PL, de Jair Bolsonaro, somou mais sete nomes.
Entre as novas filiações do PSD está a do governador Mateus Simões, que migrou do Novo para a sigla no ano passado.
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Foto: • Antônio Augusto | Ascom | TSE
No período da janela, o PSD reforçou seus quadros com cinco deputados estaduais que devem buscar a reeleição. Além disso, o partido filiou o senador Carlos Viana, que pretende tentar retornar à Casa Alta do Congresso Nacional nas eleições deste ano.
O PL, por sua vez, ganhou quatro deputados federais que também devem tentar retornar à Câmara. Na Assembleia Legislativa, a legenda filiou Chiara Biondini, que deve concorrer à reeleição.
Outro nome de destaque que passou a integrar o partido foi o ex-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) Flávio Roscoe, citado como possível integrante de uma chapa para o Palácio Tiradentes.
A legenda que mais se desidratou em Minas Gerais foi o Avante, de Luís Tibé. O partido perdeu uma cadeira na Assembleia e três na Câmara dos Deputados.
PT e União Brasil também receberam filiados. O partido de Luiz Inácio Lula da Silva contabilizou mais quatro representantes com possibilidade de concorrer às eleições para deputado estadual e deputado federal, mesmo número de novos integrantes do União Brasil, legenda comandada por Antônio Rueda.
Em paralelo, o PSB passou a contar com o senador e ex-presidente do Congresso Nacional Rodrigo Pacheco e com o ex-Procurador-Geral de Justiça de Minas Gerais Jarbas Soares Júnior. Ambos são apontados como cotados para disputar uma chapa majoritária neste ano, com Pacheco possivelmente encabeçando uma candidatura ao governo de Minas.
Entre as movimentações detalhadas, aparecem mudanças como Rodrigo Pacheco do PSD para o PSB; Carlos Viana do Podemos para o PSD; Duda Salabert do PDT para o PSOL; Bella Gonçalves do PSOL para o PT; e a ida de parlamentares e lideranças de partidos como Avante, Republicanos, PRD, Solidariedade, PV e Rede para novas siglas, além de filiações de nomes sem partido.
Ao fim do prazo, o balanço aponta que PSD e PL concentraram o maior volume de novas filiações no estado, ampliando bancadas e reposicionando forças para as eleições deste ano.