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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem tecnicamente empatados no índice de rejeição do eleitorado, segundo pesquisa do Instituto AtlasIntel em parceria com a consultoria Arko Advice. O levantamento aponta que, entre os motivos citados por quem diz não votar em nenhum dos dois, a associação de Lula à corrupção lidera as razões de reprovação, enquanto, no caso de Flávio, o principal fator é a ligação com a gestão do pai, Jair Bolsonaro (PL).
Flávio Bolsonaro e Lula lideram as pesquisas de intenção de voto para a presidência •
Foto: Andressa Anhole/Agência Senado | Divulgação
De acordo com a pesquisa, 50% dos brasileiros afirmam que não votariam na reeleição de Lula “de jeito nenhum”. No caso de Flávio Bolsonaro, a rejeição registrada é de 49%. Os dois resultados estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa, intitulada “Raízes da Rejeição”, coletou dados de forma digital com 4.224 eleitores brasileiros entre 16 e 23 de março. O levantamento foi cadastrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o registro BR-06058/2026. *
Entre os entrevistados que disseram não votar em Lula, a razão mais apontada foi “envolvido/conivente com corrupção”, com 85,9%. Como o questionário permitia mais de uma resposta, outros fatores também apareceram com destaque, como “quer a população dependente do Estado” (45,7%) e “representa um projeto de poder autoritário/antidemocrático” (33,2%).
Na sequência, foram citados: “não foi um bom presidente” (29,9%), “não prioriza os verdadeiros problemas do país” (21%), “estimula a divisão do país” (16,1%) e “ameaça aos valores cristãos” (15,1%). Também aparecem “oportunista/age por conveniência” (13,4%), “não se preocupa com o povo” (9,2%), “idade avançada” (5,7%), “já teve sua oportunidade” (5,1%), “fraco” (1,2%) e “outro motivo” (0,2%).
No caso de Flávio Bolsonaro, o motivo mais apontado por quem diz não votar nele é “não quero um governo parecido com o de Jair Bolsonaro”, com 74,4%. Em seguida, aparece “envolvido/conivente com corrupção” (62,7%) e “representa um projeto de poder autoritário/antidemocrático” (47,2%).
Outras razões citadas foram “oportunista/age por conveniência” (31,5%), “não prioriza os verdadeiros problemas do país” (28,8%), “não se preocupa com o povo” (28%), “governo para os risco” (26,1%), “estimula a divisão do país” (22,2%), “não tem experiência/ preparo” (20,4%), “fraco” (16,5%), “muito conservador/retrógrado” (13,2%), “não é um líder autêntico da direita” (6,7%) e “outro motivo” (2,7%).