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Os 25 anos da Política Nacional do Sangue, Componentes e Hemoderivados representam um marco para pessoas com necessidades transfusionais recorrentes. O autor do texto, Eduardo Fróes, presidente da Abrasta, relata que convive com a talassemia maior e destaca o impacto direto dessas mudanças na vida de quem depende de transfusões.
Para ele, avanços desse tipo reforçam a relevância do Sistema Único de Saúde (SUS), apontado como detentor de um dos melhores sistemas transfusionais do mundo. A consolidação de regras e controles ajudou a elevar a segurança transfusional no Brasil, com reflexos na qualidade do sangue disponível para quem precisa do tratamento.
Transfusão de sangue é uma terapia amplamente utilizada.
Foto: Reprodução
Segundo o Ministério da Saúde, a política tem como finalidade garantir a autossuficiência do país nesse setor e harmonizar as ações do poder público em todos os níveis de governo. A implementação ocorre no âmbito do SUS pelo Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (SINASAN), por meio da Rede de Serviços de Hemoterapia e dos centros de produção de hemoderivados.
Na prática, a diretriz sustenta que o sangue destinado às transfusões seja de qualidade e que a doação aconteça de forma altruísta e voluntária.
O texto também relembra que, no passado, o cenário era diferente: o sangue era vendido, e essa comercialização se tornou um problema social. De acordo com o autor, muitas pessoas doavam sem a consciência e a responsabilidade necessárias, motivadas apenas pelo lucro — dinheiro que, em muitos casos, era usado para o próprio sustento.