Cabo da PMPR é preso em flagrante após chegar embriagado ao serviço e agredir oficial
Caso ocorreu na noite de sexta-feira (1º/5), em Guaratuba (PR); militar se recusou a fazer o bafômetro e teve a arma recolhida preventivamente diante de comportamento agressivo, segundo registro.
04/05/2026 às 12:37por Redação Plox
04/05/2026 às 12:37
— por Redação Plox
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Um cabo da Polícia Militar do Paraná (PMPR) foi preso na noite de sexta-feira (1º/5), em Guaratuba (PR), após chegar ao serviço com sinais de embriaguez, fala arrastada e por ameaçar e agredir fisicamente um oficial da corporação.
De acordo com a ocorrência, o policial não se apresentou no horário previsto para assumir o plantão. Mais tarde, superiores foram informados de que ele estaria em um posto de combustíveis próximo à unidade.
Cabo apresentou comportamento agressivo, teve a arma de fogo recolhida preventivamente e chegou a ameaçar um aspirante a oficial de morte.
Foto: Reprodução / Redes sociais.
Atraso no plantão e recusa ao bafômetro
Ao ser questionado, o cabo teria admitido que ingeriu “uma cerveja”. Ainda segundo o registro, foi oferecida a realização do teste do bafômetro, mas ele se recusou.
Arma recolhida e ameaça a aspirante
O militar foi encaminhado à 3ª Companhia do 9º Batalhão da Polícia Militar. No local, passou a afirmar que estaria sendo perseguido por outros policiais. Conforme o registro, ele apresentou comportamento agressivo, teve a arma de fogo recolhida preventivamente e chegou a ameaçar um aspirante a oficial de morte.
Mesmo desarmado e na presença de oficiais superiores, o policial permaneceu exaltado e retirou parte do fardamento.
Ofensas a superior e nota da corporação
Além das ameaças, o cabo teria ofendido um superior com palavras como “bigodinho” e “moleque”. A situação, segundo o relato, foi presenciada por diversos policiais e oficiais da unidade.
Em nota à coluna, a Polícia Militar do Paraná informou que o policial foi preso em flagrante por crimes previstos no Código Penal Militar e confirmou que, além das ameaças, houve agressão física contra um oficial.
Enquanto lhe estava sendo garantido o direito de contatar um advogado, o policial se utilizou de seu aparelho celular para a gravação de um vídeo, o qual circula nas redes sociais.
Polícia Militar do Paraná
Paralelamente ao processo criminal, foi instaurado um procedimento administrativo interno para apuração dos fatos pela Corregedoria-Geral da corporação. Em nota, a PMPR afirmou que não compactua com desvios de conduta e reafirmou o compromisso com valores éticos e morais, além da disciplina e da hierarquia, considerados pilares da instituição.