Datafolha: reprovação ao governo Lula alcança 39%, aprovação fica em 30%
Pesquisa ouviu 2.004 pessoas em maio e indica estabilidade em relação a abril; 29% avaliam como regular.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (30/4), a operação Entreposto para apurar suspeitas de comércio ilegal, contrabando, descaminho e tráfico internacional de peças e acessórios de armas de fogo, supostamente a partir da cidade mineira de Caldas. As apurações apontam a existência de um esquema estruturado de aquisição, armazenamento e venda de produtos controlados, inclusive por plataformas digitais, com envio para vários estados.
As penas, segundo a Polícia Federal, podem ultrapassar 12 anos de reclusão.
Foto: Divulgação
Segundo a investigação, os envolvidos são registrados como CACs e teriam se valido dessa condição para adquirir produtos controlados e revendê-los ilegalmente. Parte dos destinatários, de acordo com a apuração, possui ligação com o âmbito de armas, como agentes públicos e CACs. Também teriam ocorrido remessas para pessoas com antecedentes criminais, inclusive indivíduos ligados a grupos criminosos no Rio de Janeiro.
Com a quebra de dados, a Polícia Federal identificou dezenas de transações consideradas suspeitas, incluindo importações recorrentes — principalmente da China e dos Estados Unidos — relacionadas ao suposto comércio de peças e acessórios.
A Justiça Federal autorizou mandados de busca e apreensão em endereços dos investigados para recolher armas, munições, peças, acessórios, documentos e dispositivos eletrônicos. Também foi determinada a suspensão dos Certificados de Registro (CR) e das armas vinculadas, diante do risco de reiteração delitiva.
As penas, segundo a Polícia Federal, podem ultrapassar 12 anos de reclusão.
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Os investigados poderão responder por contrabando, descaminho, comércio ilegal e tráfico internacional de acessórios e peças de armas de fogo. As penas, segundo a Polícia Federal, podem ultrapassar 12 anos de reclusão.