Queda de avião em BH mata filho de prefeito e piloto; três sobreviventes ficam em estado grave

Aeronave de pequeno porte caiu na tarde desta segunda-feira (4) no bairro Silveira, atingiu um prédio residencial e caiu na garagem de um supermercado; cinco pessoas estavam a bordo.

04/05/2026 às 17:40 por Redação Plox

Fernando Moreira Souto, de 35 anos, filho do prefeito de Jequitinhonha, Nilo Souto (PDT), está entre as vítimas fatais da queda de um avião de pequeno porte em Belo Horizonte. O acidente aconteceu na tarde desta segunda-feira (4), no bairro Silveira, na região nordeste da capital mineira.

Fernando Moreira Souto, de 35 anos, filho do prefeito de Jequitinhonha, Nilo Souto (PDT).

Foto: Reprodução/ Redes Sociais/Instagram


Dois mortos e três sobreviventes

Além de Fernando, o piloto da aeronave, Wellington de Oliveira Pereira, de 33 anos, também morreu no local. Ao todo, cinco pessoas estavam a bordo.

Os sobreviventes foram identificados como Arthur Shaper Berganholi, de 24 anos, natural de Teófilo Otoni; Leonardo Berganholi Martins, de 49 anos; e Hemerson Cleiton Almeida Souza, de 52 anos.

Atendimento às vítimas e estado de saúde

De acordo com informações iniciais da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), Arthur teve apenas uma fratura no pé. Não havia atualizações sobre o estado de saúde dos outros dois sobreviventes.

Os três foram socorridos em estado grave e encaminhados ao Hospital João XXIII.

Trajeto e local da queda

Imagens registraram o momento em que o avião caiu e atingiu um prédio. A aeronave decolou às 12h16 do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, com destino ao Campo de Marte, em São Paulo.

Após atingir um prédio residencial de quatro andares, na rua Ilacir Pereira Lima, o avião caiu na garagem de um supermercado vizinho ao edifício, em um impacto que chamou a atenção de moradores da região.

Situação da aeronave e restrições

Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), o avião estava em situação normal e tinha capacidade para transportar cinco passageiros. No entanto, a aeronave, que tinha como operadora a empresa iNet Telecomunicações, estava proibida de operar como Táxi Aéreo.

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