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Atacante participou do gol decisivo de Ferran Torres na vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação.
CMN define juros e prazos do Fies Empreendedor e do Desenrola Adimplentes.
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo
O Fies Empreendedor permitirá que beneficiários adimplentes do financiamento estudantil contratem recursos para investir em atividades empreendedoras. Pessoas físicas poderão financiar o próprio negócio, enquanto empresas das quais o beneficiário seja sócio poderão usar o dinheiro como capital de giro. Os critérios detalhados de acesso ainda serão definidos pelo Ministério da Fazenda.
Crédito para empreender com juros de até 11,19% ao ano.
Foto: Reprodução
A taxa cobrada poderá chegar a 11,19% ao ano. Desse total, até 8,94% serão destinados à remuneração das instituições financeiras e 2,06% corresponderão ao custo dos recursos disponibilizados pela União. Banco do Brasil e Caixa ficarão responsáveis pela operação da linha.
Para pessoas físicas, o financiamento poderá ser pago em até 60 meses, já incluída uma carência de até seis meses. No caso das pessoas jurídicas, o prazo máximo será de 96 meses, o equivalente a oito anos, com carência de até 12 meses. Durante esse período inicial, os juros não poderão ser incorporados ao saldo devedor.
Banco do Brasil e Caixa ficarão responsáveis pela operação da linha.
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil/Henrique Lacerda/PLOX
Apesar do nome, o Desenrola Adimplentes não foi criado para dívidas antigas acumuladas por pessoas inadimplentes. O público-alvo é formado principalmente por trabalhadores informais que estavam pagando operações de crédito, mas enfrentavam juros elevados. Celetistas, servidores públicos, aposentados e pensionistas não estão incluídos. A medida provisória também exige o pagamento de pelo menos quatro parcelas e admite atraso de, no máximo, 90 dias, quando houver.
Desenrola atenderá trabalhadores informais que vinham pagando as dívidas.
Foto: Divulgação/Agência Brasil
A União poderá disponibilizar até R$ 3 bilhões para sustentar as renegociações, conforme a disponibilidade orçamentária. O modelo prevê que 70% dos recursos das novas operações venham do governo federal e 30% sejam aportados pelo Banco do Brasil e pela Caixa. A parcela dos bancos será remunerada com base na taxa Selic.
Os recursos da União terão remuneração de 1% ao ano. As instituições participantes devolverão esse dinheiro aos agentes financeiros com acréscimo de 1,25% ao ano. Quando a renegociação for feita diretamente pelo Banco do Brasil ou pela Caixa, a remuneração cairá para 0,5% ao ano, devido à redução dos custos operacionais. A implementação dos programas ainda dependerá da divulgação de critérios complementares e da abertura dos canais de contratação pelas instituições financeiras.