Menina de 5 anos esquecida em ônibus escolar em Irapuã ficou assustada, diz mãe

Criança dormiu no banco traseiro e foi encontrada por um servidor após o veículo seguir para o almoxarifado; prefeitura reconheceu falha na comunicação.

04/08/2026 às 18:33 por Redação Plox

Uma menina de 5 anos foi esquecida dentro de um ônibus do transporte escolar na manhã desta terça-feira (4), em Irapuã (SP). A criança havia adormecido no banco traseiro do veículo e permaneceu sozinha por cerca de dez minutos, segundo informações divulgadas pela Prefeitura.

Escola Municipal de Educação Infantil Victor Nogaroto Keusseyan, em Irapuã (SP)

Escola Municipal de Educação Infantil Victor Nogaroto Keusseyan, em Irapuã (SP)

Foto: Reprodução/Google Street View


O ônibus havia concluído o trajeto até a Escola Municipal Victor Nogaroto Keusseyan e seguido para o almoxarifado. De acordo com a administração municipal, o motorista desceu sem perceber que a aluna ainda estava no coletivo, que permaneceu destrancado.

A menina foi localizada por um servidor que passava pelo local e a encontrou sentada no banco da frente. Após o reencontro, a mãe relatou ao g1 que a filha acordou assustada, chorou e pediu ajuda.

Família reclama de demora na comunicação

A mãe afirmou que soube do caso por uma publicação nas redes sociais e que recebeu o aviso da escola e da Secretaria Municipal de Educação apenas por volta das 11h, cerca de quatro horas após a ocorrência. A Prefeitura reconheceu que houve falha da equipe de Educação na comunicação com a família.

Segundo o município, a monitora responsável pelo transporte não compareceu ao trabalho nesta terça-feira, e outra profissional foi acionada para acompanhar a estudante até a unidade escolar. A prefeita de Irapuã visitou a família durante a tarde, prestou esclarecimentos e pediu desculpas pelo episódio, conforme relato da mãe ao g1.

A Prefeitura informou que abrirá uma sindicância para apurar as circunstâncias do caso e eventual responsabilidade dos servidores envolvidos. Até a última atualização da reportagem do g1, não havia registro de boletim de ocorrência.

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