PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
Os registros de violência contra a mulher atendidos pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Araçatuba, no interior de São Paulo, cresceram 61% no primeiro semestre de 2026. Foram 952 ocorrências entre janeiro e junho, 363 a mais do que no mesmo intervalo de 2025, conforme levantamento da Polícia Civil divulgado pelo G1.
Delegacia de Defesa da Mulher de Araçatuba (SP)
Foto: Reprodução/Google Street View
Os dados indicam que quase mil mulheres procuraram a unidade especializada em busca de atendimento no período. A comparação aponta que, no primeiro semestre do ano passado, foram contabilizados 589 registros.
Além do aumento geral das ocorrências, a DDM registrou elevação nos casos de tentativa de feminicídio e de descumprimento de medidas protetivas de urgência durante o segundo trimestre deste ano. Os números específicos dessas modalidades não foram informados no levantamento divulgado.
A região de Araçatuba conta, desde novembro de 2025, com o atendimento da Cabine Lilás, estrutura da Polícia Militar voltada à escuta especializada e ao encaminhamento de mulheres em situação de violência. O programa busca orientar vítimas sobre direitos, medidas de proteção e os serviços disponíveis na rede de atendimento, de acordo com informações do Governo de São Paulo.
Em situações de emergência ou risco imediato, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. O Ligue 180 funciona gratuitamente 24 horas por dia para acolhimento, orientações e encaminhamento de denúncias de violência contra a mulher, informa o Ministério das Mulheres.