PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
Wellington Alves de Queiroz foi condenado nesta terça-feira (4) a 103 anos, 8 meses e 12 dias de prisão pelas mortes da esposa, Daniele da Silva de Lara Queiroz, de 36 anos, e da filha do casal, de 5 anos, em Boituva, no interior de São Paulo. Os crimes ocorreram em novembro de 2024. Cabe recurso da decisão.
Homem é preso suspeito de assassinar a esposa e a filha de cinco anos a facadas em Boituva
Foto: Reprodução
A condenação considerou qualificadoras como o emprego de meio cruel, o fato de uma das vítimas ter menos de 14 anos e a ocorrência do crime diante de um familiar.
Mulher de 36 anos e filha de cinco anos são mortas a facadas em Boituva (SP)
Foto: Reprodução
As vítimas foram atacadas com faca durante uma discussão entre o casal. Informações reunidas na época pela Polícia Civil apontaram que Daniele tentou buscar socorro enquanto carregava a filha, mas as duas foram atingidas.
O outro filho do casal, então com 7 anos, presenciou o crime. A criança ficou sob os cuidados da avó materna e deixou Boituva após o caso, segundo informações divulgadas à época.
Durante a investigação, Wellington confessou os assassinatos. O delegado Carlos Palumbo Delgallo informou, na ocasião, que o homem relatou conflitos no relacionamento, enquanto testemunhas apresentaram versão diferente sobre a dinâmica do ataque contra a criança.
Não havia registro de boletim de ocorrência ou pedido de medida protetiva feito por Daniele contra o então marido, conforme informações da Polícia Civil divulgadas após o crime. A condenação ainda pode ser contestada pelas partes nas instâncias judiciais cabíveis.