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    Allana Brittes pede empatia para com o pai, acusado de matar jogador Daniel

    "Acho que cada um deveria se colocar no lugar do meu pai, no meu lugar, no lugar da minha mãe", disse em entrevista

    Por Plox

    04/09/2019 11h08 - Atualizado há quase 3 anos

    Filha do acusado de matar  o jogador Daniel Corrêa, em outubro de 2018, Allana Brittes, voltou a defender o pai, Edson Brittes do crime, praticado em São José dos Pinhais (PR). A jovem foi entrevistada pela RICTV Record TV, nessa terça-feira, 3 de setembro, e contou que antes do crime, tentou impedir o pai de atacar o jogador, mas foi impedida por ele.

    Nesta quarta-feira, 4, os envolvidos prestam depoimento à juíza Luciane Martins de Paula no Fórum de São José dos Pinhais. Allana ganhou liberdade no dia 7 de agosto. Ela recordou que apesar de ter sido tudo muito rápido, presenciou o pai segurando Daniel pelo pescoço e quis saber o motivo, quando Edison alegou que ele teria tentado abusar sexualmente de Cristiana, a mãe dela. 

    LLANA BRITTES CONVERSOU COM A RICTV RECORD TV COM EXCLUSIVIDADE NESTA TERÇA-FEIRA, CONFIRA SUA VERSÃO DO CRIME! (FOTO: RICTV RECORD TV)

    Allana Brittes voltou a justificar atitude cruel do pai, Edison- Foto: Reprodução

    Segundo a jovem, mesmo tentando fazer o pai parar de agredir o jogador, o pai estava muito nervoso e até com a esposa ele gritou: “Uma hora meu pai apontou para ela e disse: ‘Cris, não se mete. Não defende esse cara‘. A gente tentou impedir, mas eram cinco homens, não tinha o que mulheres fizessem, ninguém ia conseguir parar eles. Ele foi tomado pelo ódio, qualquer marido faria a mesma coisa”. 

    Ainda na entrevista, Allana disse que Edison pediu perdão a ela, a abraçando e chorando depois do crime, afirmando ter sido para proteger Cristiana. A jovem defendeu o pai, dizendo que ele apenas reagiu à cena de ver Daniel deitado na cama ao lado da esposa e mesmo diante da violência cometida por Edson, Allana pediu: “Eu acho que cada um deveria se colocar no lugar do meu pai, no meu lugar, no lugar da minha mãe e pensar que se acontecesse na sua família, com você, o que você faria? É só uma questão da pessoa ter empatia e pensar”, justificou.

    Ela afirmou que o pai confessou que errou e que se tiver que pagar, ele pagará judicialmente e novamente, afirmou que Edison não procurou por isso [o crime]: “Mas que fique claro que ele não procurou isso…ele estava na casa dele, tinha acabado de comemorar os 18 anos da filha dele e ele jamais imaginou que alguém pudesse fazer isso. Ele infelizmente agiu pela raiva e pela emoção e o que ele tiver que pagar, ele vai pagar”.

    Família Brittes antes do crime que vitimou o jogador Daniel Corrêa- Foto: Facebook/Reprodução

    Atualizada às 9h16

     

     

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