Avião de pequeno porte cai sobre restaurante em Capão da Canoa e deixa três mortos
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O escritório de advocacia comandado por
Foto: Agência SenadoOs documentos apontam que, entre novembro de 2023 e julho de 2025, foram declaradas receitas de R$ 6,6 milhões e despesas de R$ 5,3 milhões — valor que já levanta questionamentos quanto à origem dos recursos.
Essas transações coincidem com o período mais intenso do chamado esquema de desconto indevido em benefícios de aposentados, também conhecido como “Farra do INSS”, sob apuração nas operações da PF. O relatório sugere que entidades ligadas a associações de aposentados repassaram dinheiro àquele escritório, mesmo sendo suspeitas de terem lesado beneficiários.
Nas investigações, também se destaca que parte dos valores pode ter sido encaminhada ao próprio ex‑diretor André Fidelis por meio da advocacia do filho. Estima‑se que até R$ 5,1 milhões tenham circulado dessa forma.
Ainda segundo o processo, repasses registrados em nome do escritório e de Eric incluem transferências eletrônicas via Pix e depósitos em contas conjuntas com sua esposa, compatíveis com o fluxo de entidades envolvidas no esquema.
Até o momento, não consta defesa pública formal do advogado ou do ex‑diretor. A apuração, entretanto, segue em curso, e novas medidas cautelares podem surgir conforme avanço das diligências.