Lula diz que não sabia da falta de reajuste do Bolsa Família e explica Orçamento de 2027
Presidente afirmou ter determinado a correção após cobrar explicações de ministros; reajuste informado é de 15%, com impacto previsto nas despesas públicas.
A brasileira Sirlene Zanotti, de 53 anos, condenada por participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, em Brasília (DF), foi presa na Argentina na terça-feira (2).
Sirlene Zanotti nasceu em Andradina (SP)
Foto: Reprodução / Redes sociais.
Natural de Andradina (SP), ela foi sentenciada pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. O g1 informou que tenta contato com a defesa da condenada.
Sirlene foi alvo de mandado de prisão expedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e era considerada foragida pelas autoridades brasileiras.
Em março de 2024, a brasileira foi condenada a 14 anos de prisão, com início de cumprimento da pena em regime fechado, após os julgamentos relacionados aos ataques de 8 de janeiro.
A detenção na Argentina ocorreu quando Sirlene tentava deixar o país para cruzar a fronteira com o Paraguai, segundo informações divulgadas até o momento.
A Justiça considerou a brasileira culpada pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada.
O Ministério das Relações Exteriores informou que foi comunicado sobre a prisão por meio de sua rede consular na Argentina.
Em 8 de janeiro de 2023, uma semana após a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um grupo de simpatizantes do ex-presidente Jair Bolsonaro, derrotado nas eleições de 2022, invadiu e depredou as sedes dos três Poderes, em Brasília.
Os prédios do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto tiveram móveis e objetos históricos destruídos durante a ação.
Após algumas horas, as forças policiais controlaram a manifestação, e milhares de pessoas foram presas. Os envolvidos respondem a ações penais no Supremo Tribunal Federal.